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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Já sem técnico, Tuna Luso inicia 'faxina' nesta sexta-feira

Lusa não conseguiu o acesso à elite paraense e acabou rebaixada à segunda divisão do campeonato estadual
Por: Carlos Fellip (ORM News)
Bicampeã brasileira de futebol, a Tuna segue em busca de ressurgimento no futebol paraense. Sem conseguir ficar entre os quatro que subiram à elite do campeonato paraense 2015, o clube iniciará o processo de rescisões contratuais no elenco.
O elenco tunante disputou esta primeira fase do Parazão com 26 jogadores, sendo três oriundos das categorias de base, três emprestados e os 20 contratados, que darão adeus ao clube com rescisões. Os três emprestados (o zagueiro Yan e o volante Biro do Remo e atacante Claudinei do Manaus) retornarão ao clube de origem.
'Nós pagamos 70% das pendências que tínhamos com os jogadores que vão embora e, nesta sexta-feira, vamos pagar os 30% restantes para promover a saída de todos sem qualquer problema para a Tuna e para o próprio jogador', explicou o gerente executivo de futebol do clube, Fred Carvalho.
O primeiro a deixar a Vila Olímpica foi o treinador Charles Guerreiro. 'Nós tínhamos um acordo com ele para ficar aqui até o término da competição. Infelizmente, houve esta eliminação precoce e o treinador já foi embora', falou.
A Tuna perdeu a vaga na elite do Parazão para o Gavião Kyikatejê por ter empatado - em 1 a 1 - com o Castanhal dentro do Souza, em Belém. O time indígena venceu o São Raimundo por 1 a 0, no Zinho Oliveira, em Marabá.
Futuro - Perguntado sobre o planejamento da Águia Guerreira para a disputa da segunda divisão do campeonato paraense de 2015, Carvalho pontuou: 'Vamos buscar, desta vez, dar uma preparação melhor para o sub-20, na disputa do campeonato da categoria, e, de um universo de, por exemplo, 23 atletas, vamos buscar, com certeza, no mínimo, seis bons jogadores. A partir de então, vamos buscar parcerias com grandes clubes para o aproveitamento de bons valores e contratar pelo menos dois jogadores experientes que representem liderança para conduzir melhor o time dentro de campo'.
Fonte: ORMNews

12 comentários:

  1. É preciso apoiar mais os esportes na Tuna. O sub 17 por exemplo, vinha tão bem e agora nem se ouve falar. O que aconteceu? O futebol feminino que foi campeão em 2013 e 2014 pelo jeito desapareceu. O esporte nautico sobrevive devido a um pequeno grupo de abnegados. O que é feito do futebol de salão? O volei como esporte competitivo sumiu. A natação ainda resiste, mas quanto apoio ainda recebe? As categorias de base do futebol de campo e de salão estão sendo apoiadas? No que podemos ter esperança em 2015 de conquistar um título? Acho que a continuar assim nem terceira princesa das rainhas de carnaval a Tuna consegue. E não é isto que a torcida tunante quer. A torcida tunante quer conquistas esportivas. Quando comemoraremos de novo uma conquista esportiva? Dominó? Jogo de damas? Sinuca? Onde estão os baluartes, os grandes beneméritos, para dar uma força ao esporte tunante? Decerto há os que ainda ajudam, mas não há outros? Vários mudaram para o Grêmio português. Mas por que abandonar a Tuna, um clube que foi fundado primeiro por um grupo de lusitanos, se tornou um clube da comunidade luso-brasileira e agora é um clube que se estendeu à sociedade paraense. Acho um erro abandonar assim a Tuna. A Tuna que já deu muitas alegrias aos seus torcedores em esportes diversos, que já foi duas vezes campeã nacional e dez vezes campeã paraense. É um desrespeito ser deixada deste jeito, onde não se vê agora uma perspectiva de grandeza no esporte, ela que foi já absoluta no volei masculino e feminino, no futebol de salão , na natação, nas regatas, no futebol feminino, nas categorias de base do futebol de campo e uma potência local no futebol de campo profissional. Claro que alguns esportes continuam, mas com um sacrifício imenso. Por que não se buscar fontes de financiamento? Por que não procura parcerias? Ficará a Tuna a ser daqui a alguns anos um mero clube de lazer e participante de festividades de carnaval, disputando só concursos de musas, de rainhas? Aí vão dizer: "Encontramos um monte de dívidas!" Sim , é possível. Mas e aí? Quais os planos para o esporte em 2015, visto que em 2014, a não ser pela conquista no futebol feminino, pouca coisa se viu? Será em 2015 um ano promissor ou um ano de apenas esperanças ou pior, de lamentações pelo que não se conseguiu? Há os negativos que querem tirar a Tuna por um ou dois anos do futebol profissional. Precisa chegar a este ponto? Não há outras alternativas? Será que não há algum tipo de apoio que possa ser conseguido? Vai se desistir assim? Ao ir abandonando os seus esportes, Tuna vai pouco a pouco perdendo seu valor esportivo. Será daqui a uns cinco anos mais um clube do tipo "Pará Clube", um clube que é organizado, bonito, frequentado por alguns setores da classe média que querem nos fins de semana "curtir" uma piscina, jogar uma pelada, bater papo com amigos enquanto se come um churrasquinho, ir nas serestas de noite e ir a show de artistas médios (os mais chiques são no Grêmio, na Assembleia). Será este o destino da Tuna? Ser mais um "Pará Clube da vida"? Nada contra o Pará Clube, de modo algum. Mas é um clube voltado ao lazer de seus sócios e não um clube que desenvolve esportes de maneira mais ampla como a Tuna ainda o faz.
    Se a Tuna se tornar mais um clube neste estilo será uma decepção para os seus torcedores e uma vergonha para a comunidade luso-brasileira deste estado, que não foi suficientemente capaz de defender um patrimônio esportivo que tanto já fez, revelando diversos atletas, enobrecendo a junção de elementos culturais paraense e lusitanos, representando este estado em várias competições nacionais.
    Márcio Rodrigues

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    1. Caro Márcio
      É preciso esclarecer que esta situação é oriunda de um projeto nos anos 80/90 em que a Tuna contratou uma empresa de marketing. Neste projeto, que visava a prospecção de novos associados para fazer melhorias na sede social e esportiva, houve um problema de venda de títulos remidos, que constava no projeto, mas em número bem superior. Aconteceu que sócios proprietários também compraram títulos remidos. Isto gerou um alto volume em recursos monetários, porém diminuiu consideravelmente o quado associado que pagava sua mensalidade. Sem a receita do quadro social, a Tuna aos poucos tornou-se o que é agora. Administrações passadas, infelizmente, não resgataram ou não conseguiram resgatar a identidade portuguesa do clube, que hoje somente há no nome. Isto explica, em parte, porque tantos portugueses e suas famílias migraram para o Grêmio Português.Os que estão são apaixonados verdadeiramente pelo clube e pelo futebol, mas são poucos.

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  2. É preciso sim valorizar os esportes na Tuna. Pois senão ela vai ser, em poucos anos, somente mais um clube de lazer. É vergonha em ser um clube de lazer? Não, não é. Mas um clube com a tradição esportiva da Tuna tem pensar maior. Não pode deixar seu lado esportivo de lado. Ou então deixará só para o passado sua história esportiva. Ficará lembrada como o clube que já teve esportes, que já foi campeã, que já revelou muitos atletas. Queremos nós tunantes ser conhecidos apenas por feitos do passado? Penso que não!
    E quanto ser ou não ser um clube luso-brasileiro, creio que a Tuna, mais que o Grêmio Português (com todo o respeito), se aparensou. Mas não dá para negar suas origens lusas. Afinal o nome é "Tuna Luso-Brasileira" e a cruz que ostenta como símbolo é uma cruz usada por Portugal nas suas navegações. Talvez esteja faltando resgatar mais estas origens, a cultura lusa que no passado foi mais forte na Tuna. Mas se a Tuna ficasse muito presa à cultura portuguesa, não teria conseguido atrair como torcedores, simpatizantes e sócios, várias pessoas que a viram como um clube que está já bem influenciado pela cultura paraense. Este lado paraense é bom para a Tuna, a aproxima mais da população em geral.
    A Tuna precisa que as pessoas comuns do povo se identifiquem mais com ela. Muitos luso-descendentes e até mesmo portugueses, não a veem como um clube que devem torcer. Paciência! É um direito deles. Ainda bem que a Tuna tem também como torcedores gente que não é lusa ou descendente próxima de portugueses (o que compensa de alguma forma o fato de pessoas da comunidade luso-brasileira não serem tunantes). Estes torcedores ajudam a Tuna, estão lá nos jogos de futebol quando ela enfrenta times de vários lugares.
    Agora é lutar! Ficar analisando, achando os motivos de fragilidades atuais pode levar a um entendimento da realidade, porém não se deve somente entender e pronto. Entender a realidade atual do clube pode possibilitar não cair em certos erros do passado, ver no que se acertou em anos anteriores para ver se é possível repetir e para se pensar em coisas novas, que ainda não foram tentadas ou que não foram suficientemente tentadas.
    São muitas palavras, eu sei. Mas pode ser encarado como um desabafo, em certo ponto uma crítica e ao mesmo tempo uma chamada para que nós tunantes façamos o que nos for possível para melhorar o que é preciso ser melhorado.
    Vou continuar...

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  3. Desejo muito que a Tuna progrida e espero que haja esforços no sentido disto. Que cada diretor da Tuna na atualidade tenha em mente que o nosso clube tem uma história marcada por glórias esportivas, que tem um potencial que pode ser desenvolvido e que merece ir mais longe, ter novas conquistas, conseguir novos torcedores e revelar cada vez mais bons atletas. Não considerar tudo isto com a devida importância que tem é um erro grande. E se algum diretor achar isto bobagem, não deveria estar no seu cargo. Mas torço para que todas na diretoria atual da Tuna estejam imbuídos em vê-la prosperar, não só como um clube de lazer, como um clube esportivo. Ah! Só para terminar, na época a venda de tantos títulos de sócios no início dos anos 90 tinha o objetivo de fazer ampliações e melhoria no clube, o que ao meu ver foi feito. O objetivo creio eu foi alcançado neste sentido. Talvez não tenha se conseguido, por outro lado, um lucro que se esperava com a melhoria do clube. Penso que a ideia naquele tempo era de que com tais melhorias os sócios se sentiriam mais satisfeitos e frequentariam mais o clube, assim como a área social do clube seria mais desenvolvida. A venda de títulos de sócios remidos trouxe, creio eu, verba muito útil para essas obras. Pode ser, no entanto, que as coisas não tenham saído bem como foi planejado, pois o fator humano e a sociedade em geral, não é totalmente previsível, pois há vários fatores envolvidos.
    Márcio Rodrigues- torcedor e sócio remido.

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  4. Desculpem alguns errinhos de português que possa ter cometido. Novamente reforço que é apenas uma manifestação de um simples tunante. Sei que há vários que fazem mais pelo clube que eu. Não estou aqui querendo provocar, faltar com o respeito ou para desmerecer o trabalho de quem está lutando, se esforçando em melhorar o clube.
    Márcio.

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  5. Esta parte era para ter sido a primeira, começando todo o texto, por isto peço que leiam como a primeira. Na hora de copiar o texto que escrevi separado ela não veio.

    Já deixei minha resposta no face da Tuna ontem à noite. Ressalto que quando escrevo estou apenas fazendo minhas análises e comentários, não é uma crítica no sentido de desmerecer o trabalho de quem está trabalhando pela Tuna. Mas se não for dada uma sacudida, acho que fica parecendo que tudo está bem, quando não é verdade. Na área de lazer o clube está se levantando aos poucos, mas esportivamente está fraco. E, como disse no face, não considero só a questão dos sócios a única razão da situação interna da Tuna, como também problemas administrativos do passado, a Lei Pelé que afetou os rendimentos da Tuna como clube formador de jogadores, a morte de grandes beneméritos, o insucesso tunante de conseguir muito mais torcedores (que são consumidores e eleitores e, portanto, quanto maior a torcida maiores são os incentivos dos governos e mais patrocínios consegue), a própria conjuntura que inflacionou os salários de jogadores e até mesmo a falta de mais apoio dentro da comunidade luso-brasileira, pois houve tunantes que foram para o Grêmio e não se interessaram mais pela Tuna.
    Os lusos e descendentes de lusos que foram para o Grêmio, creio que foram porque queriam ir para um clube diferenciado, mais reservado a um estilo de vida (é um clube mais distante, maior, mais "chique"), em consonância com os desejos elitistas de parte da camada mais favorecida (classe alta) de lusos e descendentes. Dentro desta camada há os que são tunantes e que participam de algum forma da vida da Tuna; outros são tunantes, mas não estão mais interessados em ajudar a Tuna e, por fim, há os que não sentem qualquer identificação com a Tuna.
    A Tuna, mesmo com mais sócios, não resolveria seus maiores problemas, ao meu ver. Poderia talvez estar numa situação um pouco melhor. O que a Tuna teria de ter feito há algum tempo, era popularizar mais seus esportes, atrair mais gente para torcer. A própria forma de chamá-la "Elite do Norte", dá uma ideia de um clube de elite, de pessoas mais ricas. Se há muitos anos essa a foi a realidade, agora não mais o é.
    A Tuna atual é um clube de lazer para a classe média em sua grande parte. Da classe mais baixa creio que pouquíssimos a frequentam aos fins de semana e da classe alta também muito poucos. O que poderíamos defender como "elite" seria talvez se formássemos uma "elite" esportiva, ou seja, os melhores. Aí pode haver uma razão, um objetivo, que por enquanto não podemos dizer que está acontecendo tal realidade. Tuna continua, dentro de seus limites, novos atletas. Mas não são mais tão diferenciados assim no seu potencial como no passado de glórias da Tuna. E também a variedade de esportes pode já ser menor, assim como a quantidade de atletas, salvo talvez alguma exceção, é menor que nos dias mais gloriosos do clube.
    O que fazer então? Lamentarmos por não termos aquela Tuna vencedora em muitos esportes? Ficar só criticando? Sonhar que tudo vai mudar?
    Acredito que é preciso primeiramente um esforço conjunto. E o planejamento de ações voltadas para os esportes. Buscar apoios, fazer projetos sócio-esportivos., estabelecer parcerias sérias e compromissadas com outros clubes, procurar aumentar os patrocínios e estruturar mais as categorias de base dos esportes.

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  6. Quero destacar "Seu Américo" que respeito suas opiniões. Acho que o debate é salutar, desde que haja respeito entre as partes. Espero que o senhor não considere que o que disse tenha sido agressivo com o senhor. Não foi minha intenção. Posso lhe dizer que merece todo o meu respeito.
    Márcio

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  7. Quais os planos da Tuna para o esporte em 2015? Não estou dizendo aqui as peladas entre sócios ou jogos entre os sócios. Quero dizer o esporte na maneira mais ampla, como futebol de campo, futebol feminino, futebol de salão, natação, esporte nautico, volei e categorias de base? Não vejo mais nada (a não ser o pessoal que está tentando reerguer o esporte nautico) em relação a levantar os esportes na Tuna. Não vai ser feito nada em 2015 para procurar estimular a área esportiva (não quero dizer as "peladas"). Por que não buscar parcerias, patrocínios, apoios de entidades? Por que não fazer promoções entre sócios e torcedores? Por que não se tenta fazer um cadastro de torcedores, ficar em contato com eles e ver como podem apoiar o futebol? Por que não fazer projetos esportivos-sociais e apresentar para os governantes? Por que não ver o que as leis que regem o esporte podem beneficiar clubes como a Tuna? Por que não fortalecer as categorias de base para ter jogadores para o futebol profissional?
    São questões que coloco e que espero que sejam alvo de reflexões.
    Assisto jogos do futebol tunante desde 1984. Vi muitos jogos do futebol feminino. estive presente em conquistas nacionais do futebol tunante (1985 e 1992), assim como creio que fui a muitos jogos (inclusive algumas decisões) do futebol feminino que a Tuna foi vitoriosa. Vi pelo menos duas vezes a Tuna ser campeã na baía de Guajará. Em 1988 estive no estádio do Souza em muitos jogos que a Tuna jogou no último campeonato que ela foi campeã e em 2007 estive no Mangueirão na vitória contra o Ananindeua quando a Tuna faturou o título de campeã do primeiro turno. Tenho saudade desses tempos... De uma Tuna gloriosa! quando verei algo assim novamente? Márcio Rodrigues-trocedor e sócio-remido.

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  8. Observação: Faltou uma interrogação em "Não vai ser feito nada em 2015 para procurar estimular a área esportiva (não quero dizer "peladas") ?
    Márcio

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  9. Vou acompanhar todo o ano de 2015. Sei que em 2014 há a justificativa de que havia muitas dívidas e que se melhoraram instalações físicas do clube. Mas ano que vem, se no final do ano o esporte na Tuna continuar deste jeito, com quase nada de novo para se apresentar, sem títulos, sem ascensão à primeira divisão do campeonato paraense de futebol, sem apoio às divisões de base, estarei decidido a votar em uma chapa opositora na próxima eleição para a diretoria. Uma chapa que tenha como propostas concretas melhorar não só a área de lazer, como também a área esportiva. Reconheço que houve algumas melhorias neste aspecto e não desmereço quem fez e nem desprezo que há importância nisto. Porém ,se não houver progressos na área esportiva, considerarei um descaso ou um esforço muito pequeno da atual diretoria em relação aos esportes na Tuna. 2014 foi um ano com pouca coisa a comemorar no esporte tunante. Há ainda o que justificar (pelo menos parece que há). Embora na tentativa de subida para a divisão principal, creio que se tivesse havido menos falhas, como por exemplo, ter logo um time pronto e com um atacante eficaz, a Tuna teria tido sucesso.
    Em 2015 não considerarei mais tantas justificativas. Assim, se houver progressos significativos na área esportiva, a atual direção terá meu apoio. Caso contrário, meu voto será da oposição e ainda defenderei minha posição nas redes sociais, de forma respeitosa, é claro, pois nada tenho de pessoal contra quem quer seja na Tuna e também as críticas devem dentro de uma lógica e não baseadas só em um sentimentalismo. Márcio Rodrigues

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  10. Vai haver um seminário que a Tuna poderia mandar alguém: o 7º Seminário Nacional de Fomento e Incentivo ao Esporte, direcionado ao desenvolvimento das categorias de base. É preciso ver o que há de novo pelo Brasil afora.
    Tristeza ver o atual ranking dos times clubes brasileiros e não ver a Tuna nem entre os 80 primeiros. A Tuna que já conquistou dois títulos nacionais ficar bem abaixo do Águia de Marabá. Sem dúvida a história esportiva da Tuna é mais rica, porém os resultados dos últimos cinco anos influenciaram muito nessa queda da Tuna no ranking. E ficamos a ver, ano a ano, a Tuna despencando na classificação. Acho que algo deve começar a ser feito. Pelo menos um trabalho sério para levantar os esportes no clube. E talvez, quem sabe, sendo otimista, lá pelo ano de 2018 anos já ver nosso clube disputando de novo uma competição nacional de futebol.
    Márcio

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