BLOG TUNANTE

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Memória Tunante

O vice-campeonato de 1984 (Final)

A Tuna Luso foi assustadora no primeiro turno mas sofreu um ligeiro declínio no returno e perdeu a vantagem de dois pontos. Mas é um grande time
"Começa o jogo. Cautela de ambos os times. A Tuna, buscando o bicampeonato, desenvolve um futebol mais criativo e técnico. Mas aos 17 minutos o ponteiro Paulo Sérgio invadiu pela esquerda, driblou o lateral Quaresma e chutou cruzado. A bola passou do goleiro Mário Fernando, mas Ronaldo aparece bem e evitou o primeiro gol bicolor  (…)
Assim o primeiro tempo do clássico terminou sem abertura de contagem. Mas aos 11 minutos da etapa final, o ponteiro Tiago invadiu caindo pela esquerda e quando ia completar a jogada foi derrubado dentro da grande área, pelo zagueiro Nad: pênalti, que o árbitro não marcou e causou protestos dos lusos. Depois, aos 12 minutos o centroavante Miltão perdeu uma grande oportunidade de marcar em favor da Tuna, chutando uma bola por cima do travessão bicolor, após receber cruzamento da direita. Parecia estar selado o destino da Tuna. E não deu outra coisa: aos 20 minutos, o artilheiro bicolor Cabinho (…) recebeu uma bola cruzada pelo ponteiro Marcos Nogueira, invadiu a grande área e foi agarrado pelo goleiro Mário Fernando. Pênalti. O próprio Cabinho converteu. E isso foi o fim (…)
(…) os lusos tiveram apenas uma lamentação: terem sido alvo de uma ‘puxada’ da arbitragem”.
TUNA: Mário Fernando; Quaresma, Bira, Ronaldo e Mário; Samuel, Jorginho e Queirós; Tiago, Miltão e Luis Carlos.
Fonte: Província do Pará de 4 de dezembro de 1984

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Miltão chance de empatar e até superar
"É uma disputa em que não há favorito. Os dois times estão em igualdade de condições. A Tuna conquistou os dois pontos de bonificação do primeiro turno e o Paissandu os outros dois do segundo turno. A diferença que se pode observar é que enquanto o Paissandu possui um plantel mais compacto, com elementos na reserva à altura do titulares a Tuna tem apenas um time bem entrosado, de grande nível técnico,  mas sem um bom banco de reservas. E isso pode influenciar em muito no clássico de hoje já que, se terminar o tempo regulamentar empatado, haverá mais 30 minutos de prorrogação e, terminado novamente empatado o jogo, haverá cobrança de pênaltis quantas vezes forem necessárias.

Os dirigentes da Tuna estão prometendo um prêmio superior a 1,5 milhão de cruzeiros a cada jogador luso, pela conquista do título (…)”
Fonte: Província do Pará de 2 e 3 de dezembro de 1984
Fonte: Blog Memória Tunante

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