BLOG TUNANTE

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Primeira fase do Parazão 2014 começa neste sábado

O Campeonato Paraense de Futebol de 2014, em sua primeira fase, está previsto para começar neste final de semana. A FPF confirmou e divulgou nesta 5ª feira (31/10) a 1ª rodada da fase com quatro jogos, como segue:


Parazão 2014 / 1ª rodada / Taça Aclep


Águia de Marabá X Gavião Kyikateje
Local: Zinho Oliveira (Marabá-PA) – Sábado (02/11) 19:00h


Tuna Luso X Time Negra
Local: Souza (Belém) – Domingo (03/11) 09h30 


Parauapebas x Independente
Local: Rosenão (Parauapebas-PA) - Domingo (03/11) 16:00h


São Raimundo x Castanhal
Local: Colosso do Tapajós (Santarém-PA)  – Terça-feira (05/11) – 20h30

Memória Tunante

image
 
Édson Cimento, Paulo Marabá, Fernando, Célio, Antenor, Zuza, Gabriel, Sena, Adílton, Jorge de Castro e Téo.

A estréia da Tuna no Campeonato Brasileiro de 1979 foi com o time que disputou o Campeonato Paraense do mesmo ano. Os goleadores foram: Adílton (4 gols), Puma (3 gols), Paulo César, Edinho, Sena, Edu e Jorginho (1 gol). Memorial Cruzmaltino - Ferreira da Costa (2012) 
Fonte: Blog Memória Tunante E-mail: planogeologico@gmail.com

sábado, 26 de outubro de 2013

Artigo sobre mortes no trânsito

Artigo-Associação Nacional de Transportes Públicos-ANTP 
Luiz Carlos Mantovani Néspoli (Branco)

Até 2020, mataremos meio milhão de pessoas no trânsito no Brasil. Façanha talvez inigualável no mundo.
Na década anterior ao lançamento da campanha da ONU – Década de Ações para Segurança Viária, as mortes no trânsito no Brasil saltaram de 33 mil (2002) para 44 mil (2011), segundo o DATASUS. Feitas as contas, o número de mortes cresceu à razão de 2,9% ao ano e, mantida essa tendência, em 2020 serão 59 mil (veja gráfico) caso continuemos fazendo exatamente o que fazemos hoje para reduzir acidentes no país. Se desejarmos, realmente, atingir a meta proposta pela ONU de 50% de redução, no ano final da Década o número será menor do que 30 mil.
Computando ano a ano, contaremos 470 mil mortes até o final de 2020. Quase meio milhão de brasileiros perderá a vida em acidente de trânsito!   

Se empreendermos ações efetivas e conseguirmos reduzir o número de mortes anuais rumo à meta em 2020, deixarão de morrer no trânsito cerca de 150 mil pessoas, mas ainda assim estaremos matando mais de 300 mil. Os números são assustadores.

Até o final da Década, isto irá representar um custo social (*) de R$ 645 bilhões (mais de meio trilhão de reais!). Com ações efetivas de segurança viária, poderemos atingir a meta, e com isso reduzir este impacto em aproximadamenteR$200 bilhões.
Vale a pena? E como isso pode ser possível?
Uma boa medida seria observarmos a estratégia de dezenas de outros países que estão obtendo índices de acidentalidade cada vez menores ano após ano.
O IRTAD, um observatório vinculado ao International Transport Forum, que por sua vez é uma entidade da OECD – Organização para a Cooperação Econômica e o Desenvolvimento, publicou recentemente o Relatório de 2012, disponível no site da ANTP, apresentando sumários estatísticos de 34 países e outras 457 páginas, ilustrando como eles organizam suas estatísticas de acidentes, que fatores de risco consideram mais importantes e, o que é mais interessante, qual a estratégia que adotam para reduzir mortes e feridos no trânsito.
Nos países que já detém, comparativamente, um baixo índice de acidentalidade, como o Reino Unido, Suécia, Dinamarca, Suíça, Japão, Alemanha e tantos outros, neles ainda se pode observar um programa nacional de redução de acidentes. Ou seja, continuam agindo. Mesmo com índices comparativamente vantajosos, continuam estabelecendo programas de ação, definindo metas e meios de acompanhamento e avaliação. 

É verdade que temos boas experiências em algumas cidades e até em algumas rodovias, também raras estatísticas locais bem feitas e alguns resultados positivos com a nova Lei Seca. O fato é que ainda não sabemos muito, ou quase nada, do que acontece na totalidade do nosso extenso território. Para quem deveríamos perguntar qual o quadro real de mortalidade no trânsito no país e quais os programas de ação existentes para se atingir a meta da ONU, ou qualquer outra meta? Qual seria a instância de governo responsável para responder a essa pergunta?

A responsabilidade pelo trânsito no Brasil é dos órgãos e entidades do Sistema Nacional de Trânsito (SNT), que contempla os três níveis de governo,com atribuições normativas e de planejamento, operação, fiscalização, engenharia, formação de condutores e educação de trânsito. Logo, caberia a todos os entes do SNT responder à pergunta acima. Naturalmente que a cada um cabe estabelecer planos de ação e metas para redução de acidentes, cada qual no âmbito de sua competência específica, mas isto não substitui a necessidade de uma coordenação nacional. Falta um programa nacional.
Se,como país, não temos um plano de ação, se não definimos metas, se não escolhemos os focos de atenção, se não disponibilizamos recursos, como será possível alcançar um resultado diferente do que vimos alcançando? A verdade é que a segurança viária foi deixada de lado, pelo menos como projeto de uma política pública nacional.

Como se não bastasse os dados globais de acidente, ainda mais alarmante é a taxa de crescimento do número de mortes por motocicletas no Brasil. De 2002 a 2011, segundo o DATASUS, saímos de 3.744 para 11.433, com um índice de crescimento de 7,4% a.a. Projetada a mesma tendência para 2020, o número poderá chegar a 24 mil. Metade de tudo! Deveríamos chegar em 11.700 pessoas, mais ou menos o que se morre hoje sobre uma moto. Como estabilizar este número para que a meta seja atingida?O que essa situação mostra, ou aparentemente demonstra, é que não há interesse governamental pelo assunto, que o enorme custo social não tem nenhum significado, que a ocupação progressiva de 50% dos leitos hospitalares por traumatizados no trânsito é uma questão circunscrita à administração hospitalar do país e nada mais, e assim por diante. O país não pode permitir tamanho descaso!

Os países observados pelo IRTAD centraram (e continuam centrando) suas ações em alguns focos específicos, muito conhecidos de nossa comunidade técnica: velocidade, avanço de sinal vermelho, ultrapassagem em estradas, álcool, atropelamento, uso de cinto de segurança em veículos e capacete em motocicleta e,ao contrário do Brasil, todos eles têm uma coordenação nacional e formas diferenciadas de participação dos entes federados e até da sociedade civil,unidos num esforço nacional de redução de acidentes. Começam por definir, em muitos deles, uma "visão” de futuro. O Canadá, por exemplo, deseja ser o "país mais seguro do mundo”, o mesmo acontecendo com o Japão, também desejando ser "o país mais seguro do mundo”. E assim vai, cada qual demonstrando um desejo de um futuro melhor do que o presente. E o Brasil?

Uma política nacional, construída pelo Sistema Nacional de Trânsito, ouvida a sociedade civil, e coordenada pelo Governo Federal, deveria contemplar ações sobre esses ou outros pontos-chaves. E não precisaria partir do zero, já que o CONTRAN já publicou em 2004 a Política Nacional de Trânsito e, mais recentemente, em 2011, o Comitê Nacional de Mobilização pela Saúde, Paz e Segurança no Trânsito também elaborou um documento resposta à campanha da ONU. No fundo, o que nos falta é ação.

Senão fosse para tomar providencias, por que, então, fomos signatários da campanha da ONU?

(*) Custo social calculado pelos estudos da ANTP/IPEA/DENATRAN, em 2003 e 2005, que consideraram acidentes em aglomerados urbanos e em rodovias, respectivamente. Sobre os valores da época, aplicou-se a inflação no período.

Luiz Carlos Mantovani Néspoli (Branco) é Superintendente da Associação Nacional de Transportes Públicos – ANTP

Colaboração: Márcio Rodrigues

quarta-feira, 23 de outubro de 2013


Centro Olímpico goleia e se mantém na disputa por vaga na semi

Time paulistano fez 5 a 1 na Tuna Luso-PA e conseguiu sua primeira vitória na segunda fase do torneio



Jogadoras do Centro Olímpico comemoram mais um gol (Reprodução/FOX)
Jogadoras do Centro Olímpico comemoram mais um gol (Reprodução/FOX)
O Centro Olímpico-SP goleou a Tuna Luso-PA por 5 a 1 nesta quarta-feira (23) em jogo válido pela segunda rodada do Grupo 5 da segunda fase do Brasileirão Feminino Caixa. Após abrir 2 a 1 no primeiro tempo no estádio do Pacaembu, o domínio da equipe paulistana se estabeleceu na etapa complementar quando a goleada foi completada.
Tudo começou antes dos 5 minutos de jogo, quando o Centro Olímpico abriu o placar. Em seguida, a Tuna Luso-PA deu a resposta com uma bola no travessão. O time da casa, contudo, não se abalou e continuou na pressão. Após nova bola no travessão, dessa vez em arremate do Centro Olímpico, Tipa completou de cabeça e ampliou a vantagem para 2 a 0. O esboço de reação do time paraense veio com Cássia, que recebeu livre dentro da área para empurrar a bola para o fundo das redes.
O time de São Paulo voltou com tudo para o segundo tempo e ampliou com bela triangulação na entrada da área adversária, em que Tamires completou para o gol. Foi Tamires também quem marcou o quarto gol de sua equipe ao finalizar cruzamento rasteiro vindo da direita. Gabi foi quem fechou a goleada ao girar sobre a marcação dentro da área e tocar para o gol.

Centro Olímpico X Tuna Luso na FOX TV

Centro Olímpico joga pela primeira vitória contra líder Tuna Luso

O Centro Olímpico-SP volta a campo pelo Brasileirão Feminino Caixa. Nesta quarta-feira (23), a equipe da capital paulista recebe a Tuna Luso-PA no estádio do Pacaembu, em jogo válido pela 2ª rodada do Grupo 5 desta segunda fase da competição. O FOX Sports transmite a partida ao vivo e com exclusividade, a partir das 15h55.

Futebol feminino - Nacional

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Direto do Facebook



nossa comissão técnica,feliz da vida pela vitória sobre o sao francisco da bahia,na foto professor waldir , nosso auxiliar,treinadora aline e eu.
 — com Valdir Aguiar eAline Costa Costa.

Tuna Luso na imprensa


Memória Tunante

Euforia Cruzmaltina - Terminados os noventa minutos da luta a euforia da gente da Tuna atinge o auge. E o que se viu foi o que aí aparece: Nagib Matni, o goleiro Sarará e o centro-avante Estanislau carregados, em delírio, pela torcida cruzmaltina. A vitória fora justa e brilhante

A Província de 13 de março de 1956
Euforia Cruzmaltina - Terminados os noventa minutos da luta a euforia da gente da Tuna atinge o auge. E o que se viu foi o que aí aparece: Nagib Matni, o goleiro Sarará e o centro-avante Estanislau carregados, em delírio, pela torcida cruzmaltina. A vitória fora justa e brilhante
A Província de 13 de março de 1956
Maneco, Satiro e Muniz formam a grande intermediária da Tuna em ação esta tarde no Sousa.

Província do Pará de 27 de maio de 1956
Maneco, Satiro e Muniz formam a grande intermediária da Tuna em ação esta tarde no Sousa.
Província do Pará de 27 de maio de 1956
Fonte: Blog Memória Tunante 

Futebol feminino


Brasileirão Feminino: Foz, Vitória, São José e Tuna Luso saem na frente

Time Negra é campeão da segundinha



    Time Negra-PA
    4
    5

    Gavião-PA

    Time Negra e Gavião fizeram na manhã de domingo (20), no Mangueirão, o segundo jogo da final da segundinha paraense 2013. No primeiro jogo, realizado em Marabá, o Time Negra havia vencido pelo placar de 2 a 1. No jogo de ontem, o placar do jogo foi 5 a 4 para o Gaviões, resultado que obrigou a decisão ser levada para a cobrança de pênaltis. Após muitas emoções, deu Time Negra que venceu pelo placar de 7 a 6, tornando-se pela primeira vez campeão da segundinha. 
    Com o resultado de ontem, o Time Negra estreia dia 03/11 na primeira fase do Campeonato Paraense de Futebol 2014 jogando contra a Tuna Luso, provavelmente no Souza. O Gavião, por ser vice campeão, joga dia 30/10 contra o Águia de Marabá, no Zinho de Oliveira (Marabá-PA).

    RODADA 1 da primeira fase
    Águia x Gavião30/10/2013QUA20:30Zinho Oliveira - Marabá
    Tuna x Time Negra03/11/2013DOM09:30A definir
    Parauapebas x Independente03/11/2013DOM16:00A definir
    São Raimundo x Castanhal03/11/2013DOM16:00A definir

    HISTÓRIA DO JOGO
    • Time Negra 1 x 0: Andrey 8' 1º
      Gavião 1 x 1: Aru 14' 1º
      Time Negra 2 x 1: Carlão 28' 1º
      Gavião 2 x 2: Malaquias 38' 1º
      Gavião 3 x 2: Balão Marabá (falta) 48' 1º
      Time Negra 3 x 3: Andrey 13' 2º
      Gavião 4 x 3: Malaquias 15' 2º
      Time Negra 4 x 4: Endy 18' 2º
      Gavião 5 x 4: Aru 30' 2º

      Pênaltis:

      Gavião 1 x 0: Júlio César
      Time negra 1 x 1: Fininho
      Gavião 2 x 1: Magno
      Time negra 2 x 2: Tetê
      Gavião 3 x 2: Diego Maciel
      Time negra 3 x 3: Alex
      Gavião 4 x 3: Josa
      Time negra 4 x 4: Cássio
      Gavião 5 x 4: Emerson Bala
      Time negra 5 x 5: Diego Carioca
      Gavião 6 x 5: Gil Pica-Pau
      Time negra 6 x 6: Endy
      Robertão cobra e a bola explode na trave
      Time negra 7 x 6: Ângelo
    • Fonte: DOL

    domingo, 20 de outubro de 2013

    Tuna vence na estreia da 2ª fase


    A Tuna Luso começou bem a segunda fase do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino vencendo o São Francisco-BA pelo placar de 3 a 0. O jogo foi no estádio do Souza na tarde deste domingo (20) e valeu pelo grupo 5.
    No outro jogo do grupo o São Jose-SP venceu o Adeco-SP pelo placar de 3 a 1. Dessa forma, a Tuna assume a liderança do grupo pelo saldo de gols.
    Os próximos jogos do grupo acontecem na quarta-feira (23). Adeco-SP e Tuna jogam às 15h no estádio do Pacaembu, em São Paulo. São Francisco-BA e São José-SP jogam na Bahia no mesmo horário.

    Fonte: Rádio Clube do Pará / Felipe Melo-DOL

    sábado, 19 de outubro de 2013

    Remo vence amistoso contra a Tuna

     Fotos: Von
    Tuna Luso e Clube do Remo fizeram na manhã deste domingo (20) o segundo amistoso em uma semana. No primeiro, o time azulino venceu por 1 a 0. 

    Fotos: Von
    O clássico deste domingo foi vencido novamente pelo Clube do Remo, desta vez pelo placar de 2 a 0. Os gols da partida foram marcados por Leandro Cearense (26) e Branco ( 32), ambos no segundo tempo. 

    Detalhes de torcedores tunantes no Souza.

    Apesar do forte sol que fez em Belém, cerca de 800 torcedores de Remo e Tuna prestigiaram o clássico no Souza. Muitas famílias, idosos, jovens e crianças estiveram presentes no jogo, provando que o futebol ainda pode ser considerado como uma boa opção de lazer e descontração. A maior prova disso foi ver torcedores remistas e cruzmaltinos sentados lado a lado, sem que ocorresse qualquer desavença ou conflito. Certo que foi apenas um amistoso mas de qualquer forma fica o registro.

    Fotos: Von

    O jogo não foi lá essas coisas em termos técnicos mas deu para os treinadores de Remo e Tuna observarem seus jogadores e apontarem falhas e carências de suas equipes para serem acertadas. 

    Flamel e Charles
    Segundo informações divulgadas na imprensa, nesta segunda-feira (21) os jogadores Flamel e Charles deverão se apresentar na Tuna para se juntarem ao elenco cruzmaltino. Lecheva terá pouco tempo para corrigir os erros apresentados nos dois amistosos diante do Remo. Outros amistosos precisarão ainda ser feitos para ajustes da equipe. 
      
    FICHA DO JOGO:
    Tuna: André Luis; Gleysinho, San, Cristovão (Ruan) e Gabriel; Dudu (Kalindi), Taison, Rondinelli (Ramon) e Pedrinho Mossoró (Netinho); Adriano Miranda (Andreu) e Diego Silva (Yuri).
    Técnico: Lecheva

    Remo: Fabiano; Levy, Carlinhos Rech (Davi), Henrique e William; Uarian Santos, Jonnathan e Teddy (Alan); Branco, Val Barreto (Samuel) e Leandro Cearense (Railan). 
    Técnico: Charles Guerreiro

    Árbitro: Joel Silva dos Santos
    Assistentes: Manoel Cardoso Santos e Pedro Alves Neto
    Quarto Árbitro: Roseli dos Santos
    Local: Estádio Francisco Vasques (Souza)
    Público/Renda: Não divulgados

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