BLOG TUNANTE

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Mais uma vez morremos na praia e caímos


Mais uma vez morremos de sede na beira da praia de água doce. Como suportar tamanho sofrimento após mais uma derrota ridícula diante de um quadro desolador?
Em três jogos seguidos contra a mesma equipe tivemos inúmeras falhas de caráter técnico, tático e estrutural, além de sofrermos diversos gols primários, pra não dizer outra coisa. Perdemos para detalhes. Penalti desperdiçado, falhas de goleiro, equívocos táticos, etc. Fomos incapazes de conseguir uma simples vitória, em três jogos, diante de um time que participa do campeonato pela primeira vez. ´Se tivéssemos vencido apenas um jogo teríamos nos livrado do rebaixamento. Agora não adianta mais, voltamos novamente para a seletiva e teremos que trabalhar dobrado para tentar retornar para a elite do Parazão, se assim for possível! Tudo isso num ano eleitoral onde a atual diretoria deixará a administração para a transição de uma nova diretoria. Quem assumirá a responsabilidade dessa nova batalha? 
Castigo principalmente para o sofrido torcedor cruzmaltino que não aguenta mais ser tratado com tamanho desprezo. Muito difícil acreditar no temos visto no últimos anos, mas é a pura verdade! 
Parece que estamos vivendo no mundo do faz de conta: faz de conta que temos time; faz de conta que temos diretoria; faz de conta que temos estrutura; faz de conta que pagamos; faz de conta que recebemos; faz de conta que temos apoio; faz de conta que apoiamos; faz de conta que somos grandes; faz de conta que ainda não acabamos...  
O que pensar, dizer e fazer depois de uma humilhação tão grande? Agora talvez seja melhor juntarmos os cacos e meditar para tentar pensar num futuro menos sofrido, o que certamente será difícil neste momento!

Paragominas-PA 2 X 1 Tuna Luso-PA

Tuna 1 x 0: Fabrício 18' 1º
Paragominas 1 x 1: Aleilson (cabeça) 38' 2º
Paragominas 2 x 1: Beá 47' 2º

Renda: R$ 65.510,00
Pagantes: 4.634
Não Pagantes: 400
Total: 5.034

Um comentário:

  1. Neste momento que para nós tunantes é de tristeza por vermos de novo nossa Tuna ter de voltar à fase de acesso é preciso pensar em meios de como fazer para começar a levantar a Tuna no seu cenário esportivo. Está certo que a atual diretoria da Tuna teve suas falhas, mas além disso, há mais de uma década que a Tuna vem já apresentando sintomas de enfraquecimento. Não há mais tantos grandes patrocinadores como em outras épocas, principalmente portugueses de condição financeira melhor. A Tuna precisa de fontes fortes de renda. Não temos uma massa enorme de torcedores para gerar renda em jogos, isso influencia também na questão dos patrocínios, apoio da imprensa, verbas do governo estadual. Não há também o dinheiro de chefes politicos ou de empresários do interior do estado como certos clubes de menor expressão tem.
    De onde virá então o dinheiro para o esporte? A meu ver, tentar outros caminhos, quem sabe por meio de projetos esportivos voltados para certos esportes como regata e os esportes de quadra e as categorias não profissionais do futebol que teriam apoio de entidades governamentais. Na natação parece que já se conseguiu algum avanço. Não se pode ampliar a experiência da natação para outras modalidades esportivas?
    No futebol procurar parcerias frutíferas com empresas, outros clubes.
    O que não dá é ficar como está.Nas regatas ver a Tuna como mera participante sem aspirações maiores. Nos outros esportes, fora o futebol feminino que foi campeão em 2011, não tenho tido conhecimento de títulos importantes. No futebol profissional a Tuna fica mais lutando para não cair para a divisão de acesso ou para subir desta para a divisão principal. Este ano, talvez com um pouco mais de investimentos, com mais uns dois jogadores melhores quem sabe a Tuna conseguiria ao menos se manter na divisão principal?
    Que se possa formar para a próxima eleição que houver para presidente uma única chapa, consistente, de bons tunantes, com boas ideias, muita determinação e que possam conseguir os meios para obter os apoios, parcerias e patrocínios que a Tuna tanto precisa.
    Márcio Rodrigues

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