BLOG TUNANTE

terça-feira, 30 de junho de 2009

SÓCIO-TORCEDOR DA TUNA LUSO



Você é colaborador e faz parte da ATAT ou da MUC?
Você gostaria de fazer parte do quadro social da Tuna Luso como sócio-torcedor?
Então venha até a secretaria do clube, no período de 16:00 às 18:00h, e fale com o Sr. João Rodrigues (vice-presidente social da Tuna) e saiba mais sobre o assunto.
As únicas exigências que o pretendente terá de cumprir para efetuar o convênio será:
1) trazer cópia da certidão de nascimento ou casamento;
2) trazer comprovante de residência;
3) trazer 2 fotos atuais 3X4;
4) pagar taxa única de R$10,00 pela carteirinha de acesso ao clube;
5) pagar mensalidade de R$50,00.
Após cumprir essas poucas exigências, você e sua família (ver limitações e regulamento) estarão aptos e poderã usar as instalações do clube de vossos corações.
Aproveitem a oportunidade que a diretoria do clube está dando aos colaboradores da ATAT e da MUC para se tonarem sócio-tocedor e de quebra ainda ajudar a Tuna Luso.

Contatos: 3219-2805 (secretaria da Tuna) ou 8136-9858 (João Rodrigues)

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Festival da Gó movimentou a Tuna no final de semana

Vejam as fotos do 1º festival da Gó realizado neste final de semana na Tuna Luso Brasileira.

TUNA LUSO VENCE A 3ª REGATA DE 2009

Troféu sendo erguido pelo presidente da Tuna Luso e pelo diretor Jacyntho Campina
Aconteceu na ensolarada manhã deste domingo, 28/06/09, nas águas barrentas da baia de Guajará, na Estação das Docas, a 3ª regata do campeonato paraense de remo 2009. Como sempre, a regata foi bastante prestigiada pelo público em geral e pelos torcedores de Tuna Luso, Clube do Remo e Paysandu.
A Tuna Luso Brasileira foi a grande vencedora da 3ª regata com 5 primeiros lugares, contra 4 do Clube do Remo e 2 do Paysandu. Com esse resultado, a Tuna Luso abriu 6 pontos de vantagem frente ao Paysandu e 8 pontos frente ao Clube do Remo. Certamente, se a Tuna conseguir manter o rítimo de vitórias na próxima regata, poderá sagrar-se campeã por antecipação.
Após a regata, o troféu de campeão foi entregue ao presidene da Tuna que o ergueu para todos que estavam presentes. Em seguida, os torcedores da Tuna seguiram para comemorar a conquista na garagem náutica do clube, onde deliciaram uma adubada feijoada junto com atletas, colaboradores e funcionários. Na ocasião, um dos colaboradores da sede náutica, Sr. Mário Mangas, titular da loja Eletrônica Solar, premiou o atleta Ailson Heráclito, campeão brasileiro sub-23, com um DVD zerado. O diretor adjunto e colaboador, Sr. Luis Otávio, homem forte do Sabonete Carimbó e do Sabão Regente, informou que também ofertará um DVD para o atleta que mais se destacar até a próxima regata. Outros prêmios serão ofertados por colaboradores aos atletas e comissão técnica mas ficarão em segredo para serem anunciados e entregues apenas no dia da próxima regata.
Remadores da Tuna após vitória no 4
Em seguida, todos seguiram para a sede campestre da Tuna Luso onde estava sendo realizado o 1º festival da Gó.
O diretor da sede náutica, Sr. Jacyntho Campina, agradece a todos os colaboadores da garagem náutica que ofertaram a feijoada servida neste domingo, em especial os Srs. Antonio Barra Brito, Waldemar Marques, Genésio Mangini, Gerardo Von e Jacyntho Campina que doaram R$50,00 cada um.
Diretor Jacyntho Campina com o colaborador Gerardo Von

Nossos agradecimentos especiais também seguem para todos os nossos atletas, comissão técnica e colaboradoes do dia-a-dia, que muito ajudam mas que não aparecem, como:

- "Lindão" (técnico), Morgado (Master/colaborador), dona Maria (colaboradora e uma batalhadora que faz tudo na garagem) e seu Ribamar (experiência e dedicação técnica);
- Gilmara (Atleta e grande colaboradora da ede náutica - Armazém Sofisticatto);
- Mário (Fornce pão diário para atletas da sede náutica - Padaria 16 de Novembro);
- Mário e Andrea Mangas (Pagamento mensal do programa da sede náutica na rádio Marajoara, premiações para atletas e doação de material elétrico para garagem - Eletrônica Solar);
- Alíro Gonçalves (Fornece gasolina mensal para o barco de apoio aos treinamentos - Postos Dallas/Super Mercados Almirante);
- João Pisco (Pagamento de mão de obra para instalação elétrica da garagem - Viação Monte Cristo;
- Augusto Viana (Viação Princesa do Agreste);
- Sr. Jaime Eiras (Pagamento mensal do programa da sede náutica na rádio Marajoara);
- ATAT (Fornecimento mensal de café, leite e açucar para atletas da sede náutica);
- Confraria da Sauna da Tuna (Fornecimento mensal de café, leite e açucar para atletas da sede náutica), Fernando (Pagamento mensal do programa da sede náutica na rádio Marajoara - Óticas Lente de Ouro) e todos aqueles que de uma forma ou de outra ajudam e colaboram para fazer o sucesso da garagem náutica e da Tuna Luso.
Diretor Jacyntho Campina e colaborador Mário Mangas
Esperamos continuar contando com a colaboração de todos e tê-los novamente na próxima regata que será realiada dias 27 e 28 de setembro e poderá ser a regata do título de 2009.
É assim que a diretoria da sede nútica e seus colaboradores vem trabalhando pelo sucesso da Tuna Luso Brasileira. Sempre focada no esporte náutico, visando o engrandecimnto do clube como um todo, realizando um trabalho de formiguinhas onde todos colaboram com o que podem e que no final resulta em grandes conquistas para a Tuna.
Assim, a Tuna Luso vem resgatando seus tempos de Glórias.
RESULTADOS DA 3ª REGATA:
TUNA LUSO- 1º lugar (5) / 2º lugar (1) / 3º lugar (3)
REMO - 1º lugar (4) / 2º lugar (1) / 3º lugar (2)
PAYSANDU - 1º lugar (2) / 2º lugar (7) / 3º lugar (2)
Obs: Tuna e o Clube do Remo não disputaram a 4ª prova e com isso o Payandu remou sem concorrente e venceu a prova.
RESULTADO GERAL DAS 3 REGATAS REALIZADAS em 2009:
Tuna Luso: 15 (1º lugar), 4 (2º lugar) e 8 (3º lugar)
Paysandu: 9 (1º lugar), 15 (2º lugar) e 6 (3º lugar)
Clube do Remo: 7 (1º lugar), 10 (2º lugar) e 9 (3º lugar)











Alegria dos torcedores e diretores presentes na regata

A 4ª regata do camponato paraense e remo será disputada nos dias 27 e 28 de setembro, no complexo do Ver-O-Rio.

Leão ganha 8 Gigantes, mas Tuna lidera regata (O Liberal)

A Tuna se aproxima cada vez mais do título do Campeonato Paraense de Remo. Na manhã ensolarada de ontem, na baia do Guajará, a Lusa voltou a vencer os rivais Remo e Paysandu na terceira regata da competição com boa margem de diferença. Dos 11 páreos, os tunantes ganharam cinco, o Remo quatro e o Paysandu, dois. Os tunantes lideram o campeonato com 15 primeiros lugares; o Paysandu, que é tetracampeão, está em segundo, com 9; e o Remo, em terceiro, com sete. As duas regatas que faltam para o encerramento do campeonato serão disputadas no segundo semestre.
A largada da prova Oito Gigantes, a mais clássica da regata, teve quase vinte minutos de atraso. O Paysandu não perdia a prova há quatro regatas. O Remo investiu pesado para ganhar a disputa com três remadores de fora - o carioca Van Damme, o pernambucano Felipe Donato e o catarinense Gabriel Pires. E o Leão passeou durante a prova, chegando com dois barcos de vantagem sobre o Paysandu.
Altair Bezerra fez a entegra do troféu 100 CDP ao presidente da Tuna, Fabiano Bastos.

Leão contrata três remadores de fora e agita regata na baía do Guajará (O LIBERAL)

Independentemente do terceiro lugar, o objetivo do Remo é conquistar a prova do 8 Gigantes Sênior A, que fecha a programação da III Regata do Campeonato Paraense de Remo na manhã de hoje, na baia do Guajará. Há quarto anos a prova vem sendo vencida pela guarnição do Paysandu.
Para pôr fim ao jejum, o Remo aposta nos experientes remadores Gabriel Pires, 22, Carlos Van Damme e Felipe Donato, ambos de 23 anos. Pires é catarinense e ex-integrante da seleção brasileira. Ele foi campeão sul-americano em 2005 e chegou a Belém na quinta-feira, 25, e já treinou. Van Damme, do Vasco do Gama, esteve na segunda regata no mês de maio. Sua participação foi alvo de questionamento. Ele admitiu que sentiu diferença na baia. ‘’Agora dá pra competir melhor porque conheço a maré’’, avaliou. Felipe Donato vem do Náutico Capeberibe, PE, cuja escola náutica é uma das melhores do país. Donato já está bem entrosado com os companheiros.
A presença dos reforços azulinos agitaram os bastidores do remo. O técnico da Tuna, Wildemar Paiva, o 'Lindão', diz nada ter contra os remadores que vêm de outros estados. ‘’Pelo contrário, isso motiva o campeonato e faz com que o público compareça. Lembro que, quando a Tuna começou contar com atletas de Manaus, muita gente criticou, achando que o clube estava desprestigiando o remador local. Hoje é o Remo e amanhã pode ser o Paysandu a importar atleta. Tudo é salutar, é louvável’’, avalia o treinador tunante.
A Tuna continua com a mesma equipe. O remador amazonense Ailson Heráclito, 23, é seu maior trunfo. Ailson, recentemente, ganhou a seletiva Sub-23 de Skiff e novamente estará com a seleção brasileira no mundial da República Checa, em setembro. Ano passado, ele competiu na Alemanha.
Em busca do hexacampeonato, o Paysandu vai completo para a regata de hoje e estará em todos páreos. Vai correr sozinho no Skiff Feminino Estreante porque Remo e Tuna tiveram suas remadoras eliminadas antes do tempo. O estreante feminino é para remadora acima de 19 anos. A tuannte tem 17 e a do Remo, 16. ‘’Fomos pelo regulamento do campeonato e impugamos a presença das atletas’’, diz Raimundo Araújo, o 'Papagaio', técnico do Paysandu. A conduta de Papagaio é vista pelo fisicultor do Remo, Joãozinho Rocha, como antidesportiva. ‘’Ele (Papagaio) esperou pelo prazo final de inscrição de atleta para fazer a impugnação. Assim, ficamos impossibilitados de fazer a troca de remadores’’, avalia.
A 3ª regata do campeonato será disputada em 11 provas, a partir das 8 horas. A novidade é o Yole a 4 Com Timoneiro Estreantes, com a presença dos titãs Remo, Tuna e Paysandu.
A classificação geral: Tuna, 9 primeiros lugares, o Paysandu, sete, e Remo, três.

Tuna Luso é Campeã no Pará e Saldanha fica com a mão na Taça no Espirito Santo.

Os Campeonatos Regionais no Brasil estão cada vez melhores. Já mostramos a Regata que aconteceu nesse final de semana em São Paulo e agora vamos mostrar algumas fotos da vitória do Saldanha da Gama na Regata do Campeonato Estadual do Espirito Santo.
Em Belém do Pará, a Tuna Luso do treinador "Lindão", que leva a ajuda do nosso amigo Manasseh Barbosa, venceu a 3° Regata conquistando o titulo do Campeonato Estadual 2009. Ailson Eráclito da Silva, "o remador da moda", foi o destaque desse Campeonato. (http://www.scullerbrasil.com/ )

quinta-feira, 25 de junho de 2009

FESTIVAL DA GÓ DA TUNA LUSO

O Festival da Gó será realizado pela dietoria da Tuna Luso Brasileira, neste domingo, 28/06, a partir das 10:00h, na sede social do clube.
O Festival pretende reunir um grande número de associados que contará com atrações diversas, brincadeiras para os ninhos e música ao vivo variada.
Os Abadás poderão ser comprados na secretaria do clube, telefone 3219-2805, ao preço de R$20,00 e dará direito a 1 Abadá + 1 Kit com Gó.
Todos estão convidados para neste domingo, após a 3ª regata do campeonato paraense de remo de 2009, participar do Festival da Gó da Tuna Luso.
Venha e traga sua família e seus amigos!







domingo, 21 de junho de 2009

SELETIVA NACIONAL SUB-23 DE REMO

Neste final de semana, no Rio de Janeiro, aconteceu a seletiva nacional para a formação da Seleção Brasileira para disputar o Campeonato Mundial Sub 23, que será realizado na cidade de Racice/CZE (República Tcheca), de 23 a 26 de julho deste ano. A Tuna Luso Brasileira mais uma vez se fez presente com três atletas e conseguiu excelentes resultados. Ailson Heraclito (1º e atual campeão brasileiro na sua categoria), Mateus Pantoja (3º) e Jucélia (5º) representaram bem o nosso estado e a Tuna Luso. Vejam abaixo as colocações de cada remador:





























Mateus Pantoja mostrando os calos em suas mãos, após a 2ª regata em Belém.






Ailson Heráclito, ao lado do técnico "Lindão"

quinta-feira, 18 de junho de 2009

CAMPEONATO PARAENSE DE FUTEBOL FEMININO 2009

Tabela do 2º Turno - Regulamento (Original)
Classificação:
1º turno 2º turno
Tabela:
1º turno 2º turno

CLUBES PARTICIPANTES:
Chave A
1º: Pinheirense Esporte Clube, 3º: Tuna Luso Brasileira, 5º: Sport Club Pará, 7º: Independente Atlético Clube, 9º: Clube Municipal de Ananindeua

Chave B
2º: Cruz Azul / Esmac, 4º: A.E.B. Estrela6º: Atlético Clube Izabelense, 8º: Real Esporte Clube, 10º: Terra Firme Esporte Clube

Chave A
1ª Rodada
Pinheirense x Sport Pará DOM 14.06 09:00 Abelardo Condurú
Tuna Luso x Independente DOM 14.06 09:00 Francisco Vasques
Folga: Ananindeua
2ª Rodada
Pinheirense x Ananindeua DOM 21.06 09:00 Abelardo Condurú
Tuna Luso x Sport Pará DOM 21.06 09:00 Francisco Vasques
Folga: Independente
3ª Rodada
Independente x Sport Pará SÁB 27.06 09:00 CEJU
Tuna Luso x Ananindeua DOM 28.06 09:00 Francisco Vasques
Folga: Pinheirense
4ª Rodada
Independente x Pinheirense DOM 09.08 10:30 CEJU
Sport Pará x Ananindeua DOM 09.08 08:30 CEJU
Folga: Tuna Luso
5ª Rodada
Ananindeua x Independente SÁB 15.08 09:30 CEJU
Pinheirense x Tuna Luso DOM 16.08 09:30 Abelardo Condurú

Chave B
1ª Rodada
Cruz Azul / Esmac x Izabelense DOM 14.06 08:30 CEJU
Terra Firme x Real DOM 14.06 10:30 CEJU
Folga: Estrela
2ª Rodada
Terra Firme x Cruz Azul / Esmac DOM 21.06 08:30 CEJU
Estrela x Real DOM 21.06 10:30 CEJU
Folga: Izabelense
3ª Rodada
Terra Firme x Izabelense DOM 28.06 08:30 CEJU
Cruz Azul / Esmac x Estrela DOM 28.06 10:30 CEJU
Folga: Real 4ª Rodada Cruz Azul / Esmac xReal SÁB 08.08 08:30 CEJU
Estrela x Izabelense SÁB 08.08 10:30 CEJU
Folga: Terra Firme
5ª Rodada
Terra Firme x Estrela DOM 16.08 08:30 CEJU
Izabelense x Real DOM 16.08 10:30 CEJU
Folga: Cruz Azul / Esmac

(Semi-final)
1º Jogo ___1º ColocadoChave “A” x ___2º ColocadoChave “B” DOM 23.08
2º Jogo ___1º ColocadoChave “B” x ___2º ColocadoChave “A” DOM 23.08

Fase Final
___Vencedordo 1º Jogo x ___Vencedordo 2º Jogo Dom 30.08 Fco. Vasques

OBS.: 06/09/2009 - Data reservada para uma possível decisão entre o campeão do 1º turno e o campeão do 2º turno

quarta-feira, 10 de junho de 2009

terça-feira, 9 de junho de 2009

Regulagem de Barcos a Remo

Aqui vamos tentar ajudar a regular seu barco, pois sem isso, a tendência seria a de compensar a desregulagem, muitas vezes causando defeitos na remada, má postura ou até dores e problemas nas costas.
Vou tentar dar uma luz para quem precisa e por isso fiz algumas ilustrações para ajudar. Espero poder ajudar.

Material Necessário:







Obs. A Concept2 Brasil, no Rio de Janeiro, representa um aparelho (pitch meter) feito exclusivamente para regular barcos a remo e que facilita em muito o trabalho.








Vamos ao trabalho:
1. Aferir graus dos remos - Colocar os remos no chão, com a pá voltada para baixo, como na figura:





Pá Macon
2. Certificar-se de que o chão está nivelado.

3. Colocar o “Pitchmeter” ou transferidor e nível, em cima da chumaceira (encosto do remo) para aferir o grau do remo.




Aconselho a se anotar e guardar esses dados e se possível etiquetar cada remo com seu respectivo grau.
O padrão tem sido de 0º, ficando assim mais fácil à regulagem e a padronização do equipamento.

4. Uma medida de comprimento padrão de remo d palamenta dupla é de 3,00m para remos com pás Macon e 2,90m para remos com pás Big Blade ou Smoothie.

5. As alavancas internas devem ser ajustadas para 89 cm, do encosto da forqueta à ponta do punho (medida média)

Essas medidas são um padrão, mas podem ser ajustadas de acordo com as características físicas de cada remador.

O BARCO:
6. Altura das braçadeiras – Coloque a régua apoiada nas bordas (consideramos aqui que as bordas sejam simétricas) e meçam a altura da régua até o encosto de baixo na forqueta (X), e da régua até a parte mais funda do carrinho (Y).



A soma de x + y, nos dá a altura de cada braçadeira
Repitam a operação para o outro bordo.
O Boreste deve ficar 1 cm mais alto que o Bombordo e as alturas variam de 14 a 17 cm, dependendo da altura do remador.

Podemos subir as braçadeiras colocando arruelas no pino, em baixo ou em cima da forqueta.
No caso de forquetas antigas, podemos variar as alturas colocando arruelas nos parafusos que fixam as braçadeiras (no caso para subir, colocar as arruelas em baixo)

7. Nivele o barco tanto na longitudinal, como na transversal, apoiando-o em 2 cavaletes e se for necessário, calçando um deles.







Se possível, seria bom fixar o barco na posição nivelada através de dois grampos (sargentos) e dois sarrafos presos às braçadeiras.





8. Zerando os Pinos - Retire as forquetas e meça a distância do centro de um pino ao centro do outro pino, certificando-se que a distância de cada pino ao centro do barco seja igual.

9. Meça com o transferidor e nível ou pitchmeter o prumo do pino. Os pinos, a princípio, devem ficar na vertical. Depois vamos ver que podem ter 1,5º de inclinação para fora se o remador quiser que a remada aperte no final ou o remo tenda a afundar ligeiramente no final da remada.








Para que os pinos fiquem na vertical, muitas vezes precisamos entortar ligeiramente as braçadeiras. (Procedimento normal até em barcos de alto rendimento)

10. Vamos usar aqui uma medida padrão que será de 4º em cada remo. Uma vez que os pinos estejam na vertical, devemos ver o grau do remo e no caso de 0º, utilizar as buchas azuis da forqueta, nº 4/4.
Por exemplo, no caso de remos com 1º, utilizar as buchas 3/5, assim os 3º da forqueta se somarão ao grau do remo, totalizando os 4º.




Buchas de regulagem modelo Concept2

11. Avanço de trilhos – Amarrando um fio de forqueta a forqueta (encosto a encosto), teremos a linha média do barco.
Chegando o carrinho pra frente (ré do barco) e olhando-se de cima veremos o avanço dos trilhos, que devem variar de 2 a 16 cm.







12. Inclinação e altura do Fincapé - Encostar o Transferidor na tábua do fincapé, colocando sua haste na horizontal, com a ajuda do nível. O ângulo do fincapé deve variar de 40º a 45º, de acordo com a flexibilidade e o conforto de cada remador.







A altura do fincapé é medida do fundo do sapato até a altura do fundo do carrinho. Precisando para isso da régua da trena.
Porém a maneira mais prática é o conforto para se abrir bem a remada na proa e isso varia de acordo com a flexibilidade de cada remador

PS: Existem regulagens mais apuradas para se aferir o barco quanto a alinhamentos e linha d’água, mas espero que com isso que você consiga ajustar seu barco para um melhor desempenho e maior conforto em suas remadas.

Sergio “Alemão” Sztancsa
Representante exclusivo Brasil da Concept2

fonte: http://www.concept2.com.br/v2_0/Conteudo.aspx?ID=483d55f7-d3e5-46c0-aa1f-75ab8bcb83fa

AS ORIGENS DO ESPORTE DE REMO















AS ORIGENS
Barcos a remo são usados como meio de transporte desde a Antigüidade Grega, o Império Romano e o Egito Antigo.
Todas as civilizações mais antigas evoluíam culturalmente por recorrência ao remo e em altura de guerra. As vitórias em muitas dessas batalhas no mar devia-se à maior facilidade e rapidez de movimentação dos barcos (os Ateniense ganhavam frequentemente porque usavam uma forma de carrinho em movimento de modo a incorporar as pernas). Os barcos Viking estavam equipados com muitos remadores. Uma vela quadrada era usada, mas apenas quando o vento de popa era predominante. Então a grande capacidade de pirataria e de pilhagem dos Vikings era devida à velocidade de ataque que possuíam com os seus barcos a remo.
O Remo na sua origem não era um desporto mas é considerado um dos mais antigos e dos que exige maior esforço físico. O remo, assim como a natação, utiliza uma grande parte dos grupos musculares do corpo, nomeadamente pernas, abdominais, peito, costas e braço.

AS PRIMEIRAS REGATAS
O Remo como desporto não oficial surge em 1700 com as regatas no Rio Tamisa na Inglaterra.
Como esporte, sua origem mais provável é a Inglaterra vitoriana dos séculos XVII e XVIII. No entanto a popularização só aconteceu no século XIX. Nesse período, foi exportado da Europa para a América, o desporto começa uma nova era quando os "gentlemen" surgem com a regata OXFORD-CAMBRIDGE em 1829. onde a tradição das regatas entre as universidades britânicas de Oxford e Cambridge também foi adotada, por Yale e Harvard. Competições de remo são mais antigas do que a maioria das de outros esportes olímpicos da Era Moderna. E o conceito se mantém o mesmo até os dias de hoje.




Uma regata oficial internacional foi pela primeira vez organizada em 1893 e sob a responsabilidade e direcção da "Federation International de Societes d'Aviron" (FISA).
As regatas internacionais são de 2000 metros. Ao mais alto nível os tempos médios de regata oscilam entre 5:20 e 7:30, dependendo obviamente do tipo de barco.

AS ORIGENS DO REMO NO BRASIL
Segundo Alberto B. Mendonça, a origem das regatas no Brasil remonta ao ano de 1566, época em que o Rio de Janeiro estava ocupado pelos franceses, que tinham nos índios tamoios seus aliados.
Em janeiro daquele ano, Estácio de Sá desembarcou no Rio, com reforços que trouxera de Portugal e outros que fora buscar na Capitania de São Vicente, e localizou-se entre o Pão de Açúcar e o Morro de São João, dali dando seqüência às lutas contra os franceses.
Em 17 de julho do mesmo ano, um soldado português chamado Francisco Velho, devoto de São Sebastião, saiu com sua canoa para procurar madeira a fim de terminar a construção de uma capela para o santo.
Porém, franceses e tamoios haviam armado uma emboscada. Reuniram cerca de 180 canoas e postaram-se atrás de uma ponta (provavelmente para os lados de Copacabana). Em seguida, mandaram quatro canoas mostrarem-se aos portugueses, para atraí-los. Estas depararam com Francisco Velho, que, apesar de estar só, enfrentou-os com valentia.
Estácio de Sá, vendo Francisco Velho cercado, chamou alguns soldados, lançaram na água quatro canoas que estavam à mão e saíram para combater os inimigos, sem imaginar que se tratava de uma armadilha. Os franceses, cumprindo seu plano, recuaram e quando os portugueses deram por si, estavam cercados de inimigos. Eram dezenas de canoas inimigas para cada canoa portuguesa.
Parecia impossível resistir, mas não havia outro jeito. Inexplicavelmente, porém, a resistência prolongava-se além do que seria esperado.
Francisco Velho combatia gritando: “Vitória por São Sebastião!”.
Subitamente, uma das canoas portuguesas, cheia de pólvora, explodiu, o que assustou os tamoios, que bateram em retirada. Os franceses os seguiram, pois sem eles nada podiam fazer.
Posteriormente, o Padre Anchieta ouviu dos tamoios sua versão da batalha. Segundo eles, havia “um soldado mui gentil homem, armado e saltando de canoa em canoa a combater, invencível e invulnerável, em favor dos portugueses”. E esse guerreiro, que os portugueses não viram, espantara os índios.
Finda a batalha, Estácio de Sá carregou em triunfo a Francisco Velho, que ousara enfrentar os inimigos e elevara o moral dos seus companheiros com os gritos de “Vitória por São Sebastião.” Em seguida, dirigiram-se todos para a capela que Francisco Velho estava construindo e ali agradeceram a Deus e veneraram a imagem do santo padroeiro.
Para comemorar esse feito, a partir do ano seguinte e sempre no dia 20 de janeiro, foi instituída a FESTA DAS CANOAS, na qual, além das solenidades religiosas, havia disputas entre canoas.
Este foi o embrião das regatas, no Rio de Janeiro e no Brasil.
Mais tarde, o Padre Antonio Vieira confirmava, em seus escritos, que colonos e índios, que se dedicavam à pesca e ao comércio de cabotagem, faziam corridas de canoas entre si, ao longo da costa brasileira.
Outros historiadores confirmam que até os holandeses, na Bahia,participavam dessas disputas.
Tal prática foi sendo difundida em todo o litoral, até que, em 1846, ganhou as páginas dos jornais.
O Jornal do Commércio, do Rio de Janeiro, anunciou, em 20 de agosto de 1846, um sensacional desafio entre as canoas CABOCLA e LAMBE-ÁGUA, sendo seus remadores ALECRIM e JOSÉ FERRO, respectivamente. A largada foi na Praia de Jurujuba (Niterói) e a chegada na Praia de Santa Luzia, também conhecida como Praia dos Cavalos, no Rio.
Uma multidão postou-se na chegada à espera da canoa vitoriosa, que foi CABOCLA. Seu remador, Alecrim, foi carregado pela multidão em delírio, através da cidade.
Daí em diante, os desafios públicos entraram na moda e passaram a ser construídas canoas especiais, mais rápidas, adequadas à disputa.
No Rio, começou a se falar em criar um grupo para promover corridas em barcos a remo.
A Confederação Brasileira de Remo foi fundada em 25/11/1977 e a sua sede é no Rio de Janeiro, estando localizada na Lagoa Rodrigo de Freitas, mas inicialmente o remo no Brasil era controlado pela Confederação Brasileira de Desportos. A Confederação Brasileira de Remo (CBR) é o órgão responsável pela organização do desporto Remo no Brasil, bem como sua difusão e incentivo. Compete ainda a CBR a organização de campeonatos nacionais e representação do Remo brasileiro frente a instituições internacionais, celebrando acordos, convênios e tratados.

A CBR E AS FEDERAÇÕES ESTADUAIS:

Amazonas , Bahia , Brasília, Espírito Santo, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande doSul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.

OS PRINCIPAIS CLUBES DE REMO DO BRASIL
Esporte Clube Vitória (BA); Clube de Natação e Regatas “Álvares Cabral e Clube de Regatas Saldanhada Gama (ES); Tuna Luso Brasileira, Clube do Remo e Payssandú Sport Clube (PA); Clube NáuticoCapibaribe e Sport Club do Recife (PE); Botafogo de Futebol e Regatas,Club de Regatas Vasco da Gama e Clube de Regatas do Flamengo (RJ);Sport Clube de Natal (RN); Clube de Regatas Guaíba Porto-Alegre - GPA eGrêmio Náutico União (RS); Clube Náutico Francisco Martinelli, ClubeNáutico Riachuelo e Clube de Regatas Aldo Luz (SC) e Clube Esperia,Clube de Regatas Bandeirante e Sport Club Corinthians Paulista (SP).

Os principais clubes de Remo de Pernambuco, Pará e Rio de Janeiro, nos dias de hoje, tem no futebol o esporte favorito, mas continuam fortes no remo e com grandes torcidas em seus estados. No Rio Janeiro é tradição o Botafogo, Vasco e Flamengo.

O REMO NA AMÉRICA DO SUL
Na América do Sul, a Argentina e o Brasil disputam a hegemonia do remo, ambos quase no mesmo nível, havendo uma pequena vantagem para osargentinos. Nos campeonatos olímpicos nossos remadores tem apresentadoum rendimento apenas discreto.
O remo brasileiro participa assiduamente do Campeonato Sul-Americano, cuja disputa se iniciou em 1948 no Uruguay. Já em 1954 o Brasil sagrou-se campeão. Até 1945 esse Campeonato não tinha cunho oficial, pois foi só neste ano que foi fundada a Confederação Sudamericana deRemo.
Os tipos de barcos oficiais utilizados são constituídos por 1, 2, 4 ou 8 remadores podendo as tripulações de 2 e 4 remadores de ponta (um remo por cada atleta) ter ou não timoneiro, enquanto o shell de 8 (8 remadores com um remo cada) tem obrigatoriamente timoneiro. As tripulações de 2 e 4 remadores com um par de remos cada designa-se por double-scull e quadri-scull, respectivamente. A designação generalista para as tripulações com um par de remos por atleta é remo de parelhos. Inclui o skiff (apenas um remador). O quadri-scull é controlado em termos de rumo através de um leme de pé, enquanto o skiff o double-scull é controlado com uma diferença de pressão entre o remo de bombordo e estibordo. Os remadores a nível competitivo são distinguidos entre ligeiros e pesados. Os remadores ligeiros masculinos e femininos tem o seu máximo peso restrito a 72.5 Kg e 59 Kg respectivamente. Estão em grande progressão outras formas de Remo alternativas, nomeadamente Remo Indoor e Remo de Mar.
O remo é um desporto aquático desde muito cedo integrado no programa oficial dos Jogos Olímpicos. É um desporto de velocidade, praticado em barcos estreitos, nos quais os atletas se sentam sobre bancos móveis, de costas voltadas para a direção do movimento, usando os remos para mover o barco o mais depressa possível, em geral em rios de água doce (rios, lagos, ou pistas construídas especialmente para a prática da modalidade), são divididos por raias, competem lado a lado para ver quem é o mais rápido mas por vezes também competem no mar. Pode ser praticado em diferentes categorias de barcos desde barcos para uma pessoa, duas, quatro, oito ou até mais. Cada remador pode conduzir o barco utilizando um ou dois remos dependendo do tipo de barco. Alguns barcos ainda podem ter incluída a presença de um timoneiro responsável por dar a direção e o ritmo da remada aos atletas. Atualmente, a distância oficial desse percurso em linha reta para Jogos Olímpicos e Pan-americanos é de 2.000m. As embarcações – com ou sem timoneiro, ou skiff – podem ter um, dois, quatro ou oito componentes. O timoneiro, integrante que não rema e é responsável por orientar e incentivar os remadores, não entra na conta dos componentes. Tanto para quanto para mulheres, há também as disputas na categoria peso leve.

OS TIPOS DE BARCOS OLÍMPICOS
Skiff - 1X
Double Scull - 2X
Dois sem timoneiro - 2-
Dois com Timoneiro - 2+
Quadriscull - 4X
Quatro sem timoneiro - 4-
Quatro com Timoneiro - 4+
Oito - 8+
Lazer
Oito scull 8x






OS ATLETAS
Voga: Aquele que dá o ritmo ao barco, o que não tem ninguém à sua frente. (excepto por vezes o timoneiro, dependendo da embarcação)
Proa: Atleta mais próximo da proa do barco, responsável pelo equilíbrio.
Sota-Voga: Aquele que está imediatamente atrás do Voga, responsável pela voga do outro bordo
Sota-Proa: Aquele que está imediatamente antes do Proa.
Timoneiro: O que comanda o barco e controla o leme
Meia nau: Conjunto de atletas do meio do barco

TERMOS USADOS DURANTE A PRÁTICA
Ataque:
Quando o remo entra na água.
Final/Safe: Quando o remo é retirado da água.
Leva: Parar de remar e deixar o remo no ar permitindo ao barco continuar o seu movimento.
Pá de chapa/Patilhar: A pá do remo em contato com a água, em posição paralela.
Pega: Aumentar a força e cadência da remada.
Rema
Punhos a falca:
Levar os punhos a falca para equilibrar o barco.
Cia: Remar ao contrário, fazendo o barco andar para trás.
Remos à ré: Posição inicial (normalmente com os remos na posição vertical)

O REMO EM BELÉM DO PARÁ
Remadores da Tuna Luso no barco Quatro sem timoneiro (4- sub-23)

A história do remo no Pará obrigatoriamente passa pela Siqueira Mendes, primeira rua de Belém, onde estão situadas as garagens náuticas dos principais clube que praticam esse esporte no estado.
O clube que mais venceu campeonatos oficiais de regata no Pará é a Tuna Luso Brasileira, conhecida como "A Rainha do Mar" pelos seus 38 títulos conquistados, além de ser grande formadora de atletas nesse esporte. A Tuna Luso é treinada há muitos anos pelo competente e abnegado técnico "Lindão", auxiliado pelo não menos experiênte técnico Ribamar, mais conhecido nacionalmente como "Amaral". O clube tem hoje uma melhor estrutura na sede náutica e conta em seu quadro com o único atleta do norte/nordeste que defende a seleção brasileira. Trata-se do atual campeão norte/nordeste e brasileiro da categoria sub-23, Ailson Heráclito da Silva.
A Federação Paraense de Remo (FEPAR - Rua Pres Pernambuco, 120, Belém-PA, tel. 091 3241-5701) é o órgão gestor oficial do esporte no Pará e tem um site que divulga o remo paraense http://www.delsoftt.com/remoembelem/noticias.php.
Os três principais clubes que praticam o remo há décadas e participam dos campeonatos regionais são Tuna Luso Brasileira, Clube do Remo e Paysandu. Bancrevea Clube, CIABA e outros clubes também já participaram de regatas passadas mas não existem mais ou não tem participado de competições oficiais.
Nos últimos anos temos observado no Brasil uma grave crise financeira que afetou o esporte náutico como a falta de patrocínio, principalmente no estado do Pará. Agora, a partir do ano passado, o esforço de alguns abnegados e o investimento de alguns empresários de visão que que acreditaram na proposta de um esporte limpo e empolgante, começou a mudar esse cenário. Nota-se claramente um maior interesse do público pelo esporte de remo nas domingueiras da Estação das Docas. Uma breve e bem vinda recuperação desse tradicional esporte em nossa capital.
No próximo dia 28/06, domingo, a partir das 08h, será realizada a 3ª regata do campeonato paraense de remo de 2009. As duas primeiras foram vencidas pela Tuna Luso Brasileira, seguida pelo Paysandu em 2º lugar e Clube do Remo em 3º lugar, respectivamente. Um grande público tem marcado presença para prestigiar as regatas oficiais da FEPAR, tendo a Estação das Docas como base de apoio para a organização da regata, concentração de torcedores dos três clubes e a baia de Guajará servindo como plano de fundo e grande palco para os remadores.
CONTRA-CAPA DO LÍVRO COMEMORATIVO DOS 100 ANOS DA TUNA LUSO,
SEDE NÁUTICA, BARCO ANTIGO, QUADROS.














Federação Internacional do Remo (FISA)
Ocean Rowing Society Top 100 Rowing Sites Lastsroke Rowing Encyclopedia
Associação de remo da Beira Litoral Remo - O Radical (em português)
Remo do Clube Náutico Capibaribe ScullerBrasil
http://www.cbr-remo.com.br/

http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.concept2.com.br/v2_0/imagens/artigos/regulagem/material.gif&imgrefurl=http://www.concept2.com.br/v2_0/Conteudo.aspx%3FID%3D483d55f7-d3e5-46c0-aa1f-75ab8bcb83fa&usg=__Da15rZODrtUp0m46tza7Q7N70ns=&h=320&w=700&sz=17&hl=pt-BR&start=16&sig2=Y9ZrY0jmi7hv1yHdzMr9HQ&tbnid=0Qfv9oS02Zhi3M:&tbnh=64&tbnw=140&prev=/images%3Fq%3Dbarco%2Bde%2Bremo%26gbv%3D2%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DG&ei=WXsuSqSFJIvglQfmwPDSCg
www.malhatlantica.pt/turma/remo.htm
Federação Internacional: http://www.worldrowing.com/
http://images.google.com.br/imgres?

http://blog.soccerlogos.com.br/2008/03/08/breve-historia-do-remo-no-brasil-e-no-rn-e-clubes-de-remo-que-jogaram-futebol/

CAMPEONATO PARAENSE DE FUTEBOL FEMININO 2009








Jogadoras da Tuna Luso

1º TURNO - 9ª rodada
Ananindeua 0 x 9 Estrela/Tropical 24/05 DOM 08:30 CEJU
Tuna Luso 11 x 1 Terra Firme 24/05 DOM 09:00 Fco. Vasques
Pinheirense 1 x 1 Cruz Azul/Esmac 24/05 DOM 09:00 A. Conduru
Izabelense 8 x 0 Real 24/05 DOM 09:30 E. Abreu
Independente 2 x 6 Sport Pará 24/05 DOM 10:30 CEJU

Semi-final
Pinheirense 3 x 2 Estrela/Tropical 31.05 DOM 08:30 A. Condurú
Cruz Azul/Esmac 2 x 0 Tuna Luso 31.05 DOM 10:30 Fco. Vasques

Fase Final
Pinheirense 2 x 1 Cruz Azul/Esmac 07.06 Dom 10:30 Fco. Vasques

Campeão do 1º Turno: Pinheirense
fonte: FPF http://www.fpfpara.com.br/

Outras fotos das simpáticas meninas do futebol da Tuna Luso.
Alguém poderia ajudá-las nesse 2º turno?