sexta-feira, 30 de maio de 2008

PERSONAGENS DA HISTÓRIAS DA TUNA - SARARÁ


















"SARARÁ"

Por iniciativa de um grupo de jovens portugueses, liderados por Manuel Nunes da Silva, um grupo musical foi fundado para perpetuar as músicas da terra distante, Portugal. Assim, nascia a Tuna Luso, que significa conjunto musical (Tuna) português (Luso). Por serem todos comerciários, na época chamados de caixeiros, adotou-se o nome de Tuna Luso Caixeiral. No dia 1º de janeiro de 1.903, era oficialmente fundada por 21 bravos portugueses.
Em 1915, por iniciativa de Francisco Vasquez, foi fundado o futebol cruzmaltino. Neste mesmo ano, nos festejos de 5 de outubro, a colônia portuguesa promoveu um jogo entre a Tuna Luso e o Grêmio Luzitano. Com uma simples vitória, 1x0, a Tuna Luso conquistou seu primeiro troféu, a Taça 5 de Outubro.
A Tuna continuou se organizando para em 1933 participar pela primeira vez do campeonato de futebol profissional. Em 1935, já como Tuna Luso comercial, inaugura seu estádio com o nome de Francisco Vasquez, em homenagem ao seu maior idealizador.
No ano de 1937 a Tuna Luso conquistou, de forma invicta, seu primeiro título de campeã paraense.
Em 1938 a Tuna manteva a base de 1937 e conquistou o bi-campeonato. Outros títulos estaduais seguiram-se aos dois primeiros: 1941/1948/1949/1951/1955 (super Campeão Invicto)/1958/1970 (já como Tuna Luso Brasileira)/1983/1988. A Tuna conquistou também os títulos brasileiros de 1985 (série-B) e 1992 (série-C). Assim a Tuna Luso vem seguindo sua trajetória de sucesso esportivo, também em outras modalidades esportivas.

A CHEGADA DE SARARÁ NA TUNA
Em 1942 tem início a parceria entre Tuna Luso e o famoso jogador de futebol chamado Romualdo Sena, popularmente conhecido como SARARÁ.
SARARÁ, nasceu do dia 7 de fevereiro, no bairro da Pedreira, em Belém do Pará. Filho de José Belém Sena e Luiza Martins de Sena. Atualmente é casado com a senhora Elza da Silva Sena, nascida em 1931, com quem teve oito filhos (Ednéia, Eliana, Edilma, Elizabeth, Eva, Edna, Antônio, Edvaldo, além de Ausli de criação), 15 netos e 5 bisnetos. SARARÁ teve uma infância igual aos demais garotos de sua época e sempre gostou de jogar futebol. Em 1942, quando completou 14 anos, foi levado para jogar futebol num clube chamado Transviário, time da extinta Pará Eletric, de Belém e já extinto, que na época ficava localizado em frente ao atual Colégio Gentil Bittencourt. Ali iniciou sua trajetória no futebol jogando como ponta direita nas categorias juvenil e aspirante. Ficou no Transviário até 1943 quando foi levado para jogar no Payssandu. Neste período Romualdo atuou como centro-avante nas categorias juvenil e profissional.
Em 1944 SARARÁ foi convidado para jogar na Tuna Luso. Por ser jogador versátil e dinâmico, começou jogando como ponta direita mas logo foi colocado para atuar em outras posições.
Em 1948 SARARÁ tornou-se campeão pela primeira vez na Tuna Luso atuando nas categorias de aspirante e profissional.
Em 1950 SARARÁ foi emprestado para o Auto Clube, time já extinto. No Auto Clube aconteceu um fato muito interessante onde SARARÁ teve que jogar como goleiro. “ Naquela partida, contra o Remo, o goleiro Valter apareceu com um caroço debaixo do braço e não podia atuar. Então o Bendelaque, que era o técnico, mandou que eu vestisse a camisa 1. Fechei o gol, a gente empatou com o Remo por 0 a 0, e o Leão foi despachado do campeonato”. SARARÁ teve que jogar no gol sem nunca ter atuado antes nesta posição.
Ao retornar para a Tuna, não teve conversa, SARARÁ foi logo colocado para jogar como goleiro e assim permaneceu até sua aposentadoria, em 1 de abril de 1979.
SARARÁ foi emprestado na década de 1950 para fazer alguns jogos amistosos pelo Paysandu e também pelo Clube do Remo. Atuou no Paysandu contra Grêmio, Botafogo e Sport Recife. Pelo Clube do Remo SARARÁ jogou contra ABC-RN, América-RN, Nacional-AM, São Raimundo-AM, Fast Clube-AM e Rio Negro-AM.
Outro fato interessante relatado por SARARÁ, é que em 1952, quando a Tuna Luso participou da 1ª Copa dos Campeões do Norte/Nordeste, durante o jantar num hotel de Natal-RN, véspera do jogo contra o Ypiranga da Bahia, o centro-avante do time baiano passou próximo dos jogadores da Tuna e jogou uma piadinha dizendo "amanhã eu vou ganhar e não sei quem vai embora!". Os jogadores da Tuna ficaram atentos ao jogador baiano e comentaram entre si que aquele time parecia ser mesmo muito poderoso pois havia vencido o jogo anterior e achavam que iriam vencer fácil a Tuna. No dia seguinte a Tuna entrou em campo e se agigantou, vencendo o Ypiranga por 1 a 0. No final do jogo os jogadores da Tuna fizeram questão de passar próximo do jogador baiano para devolver a piadinha e dizendo "eu vou é ficar por aqui e não sei quem vai embora!". A Tuna foi derrotada na final pelo Náutico de Pernambuco e ficou com o vice-campeonato.
Continuando com os causos de SARARÁ, ele lembra ainda que em 1959, durante jogo entre Tuna e Paysandu, no estádio do Souza, a Tuna vencia o jogo por 7 a 0 quando aos 45 minutos do segundo tempo o jogador Luciano, do Paysandu, cobrou uma falta próximo da grande área e o goleiro SARARÁ achou que a bola iria pra fora e fez golpe de vista, se deu mal! A bola bateu na trave, voltou em direção ao gol e o centro-avante do Paysandu, chamado "URUBU", aproveitou e voou para acertar uma cabeçada certeira, tirando o zero do Paysandu. Final do jogo Tuna 7 a 1 frente ao Paysandu.

“Inventei a Folha Seca”
SARARÁ diz que criou o chute eternizado por Didi
Por ser considerado o autor da “folha seca”, um chute venenoso, capaz de trair aos goleiros mais hábeis do planeta.
Os registros históricos confirmam todas as informações acima. Mas não convencem SARARÁ, que ganhou fama no Pará por suas atuações como goleiro, mas que garante ter acumulado outros feitos como jogador de linha. Ele afirma ser o inventor da “folha seca”.“ Em 1938 eu já dava folha seca em limão galego”, assegura Romualdo Sena, ex-goleiro Sarará, que marcou a história da Tuna Luso Comercial (atual Tuna Luso Brasileira) na década de 1950.
No campinho do Sagrado Coração de Jesus, escola do bairro da Pedreira, região metropolitana de Belém, Romualdo desenvolveu o talento herdado do pai, conhecido por Macaco, ex-ponta-esquerda do União-Esportivo e Seleção Paraense. Romualdo tinha um irmão que era bom de bola e também chamava-se MACACO, falecido em 1996. O jogador MACACO atuou muitos anos pela Tuna e depois tornou-se massagista do time de futebol e posteriormente foi cobrador do clube. Hoje o filho de MACACO, o MACAQUINHO, segue a carreira do pai e é o atual massagista do time de futebol profissional da Tuna.
A menos de um mês de completar 80 anos, Sarará não se gaba apenas de ter criado o célebre chute atribuído a Didi, bicampeão mundial com a seleção brasileira (1958 e 1962). “Nunca recebi cartão amarelo ou expulsão”, assegura o ex-jogador, que ao fim de sua carreira, em 1966, foi cotado para receber o prêmio nacional Belfort Duarte, que homenageia atletas que foram exemplo de conduta dentro das quatro linhas.
Enquanto vivia, o cronista Edgard Proença, que dá nome ao Mangueirão, lutou pela estatueta de reconhecimento a Sarará. O detalhe era que a CBD (Confederação Brasileira de Desportos), antecessora da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), não tinha como inserir em seus arquivos os documentos dos jogos disputados por Sarará anteriores a 1954.
Hoje, o ex-goleiro não faz questão do prêmio, mas acredita que se estivesse jogando por Remo ou Paysandú à época, teria hoje o Belfort Duarte em suas mãos, “já que se trata de equipes que eram mais fortes dentro da FPF (Federação Paraense de Desportos), que discriminava a Tuna”, lamenta.

POR QUE SARARÁ?
Perguntado ao seu Romualdo por que era chamado de SARARÁ ele disse que foi devido a um caranguejo, de nome Sarará, que entrou em seu copo e, sem perceber, seu Romualdo foi alvejado pelas patas do o pequeno crustáceo que apertou o seu nariz. Os amigos que estavam próximo viram tudo e passaram a chamá-lo de SARARÁ.
Ao seu Romualdo, o "SARARÁ", nossos agradecimentos por tudo que ele proporcionou ao futebol e aos amantes deste esporte!

Principais títulos que SARARÁ conquistou pela Tuna:
1948 (campeão de aspirante e profissional)
1951 (campeão profissional - foi reserva do conhecido Dodó)
1955 ((já titular absoluto no Super Campeonato de quatro turnos)
1958 (campeão profissional)

SARARÁ finaliza citando a conquista do Super-Campeonato invicto da Águia de 1955, que contou com:
SARARÁ; Mário Ney e Nonato; Maneco, Sátiro e Muniz; Acapú, China, Estanislau, Texeirinha e Juvenil, tendo Nagib Matni como técnico.

“ Aquilo que era time, que jogava por amor à camisa e não fazia problema com a diretoria como fazem hoje jogadores que não tinham metade daquele futebol”.

Fontes:
Relatos ouvidos do próprio jogador SARARÁ (maio/2008) que atualmente reside na rua Jandaia, 29, conjunto Benjamim Sodré, Belém-PA.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Reginaldo pede tranqüilidade a estreantes no clássico


Na semana que antecede a preparação da Tuna para o clássico contra o Remo, líder com 21 pontos e 100% de aproveitamento no segundo turno do campeonato estadual, o treinador Reginaldo Mesquita tentou tranqüilizar os jogadores cruzmaltinos mais jovens. Ontem, ele chamou os atletas que farão seu primeiro clássico na carreira. 'Os próximos jogos serão difíceis por se tratarem dos grandes clássicos e de times que tem torcidas enormes. Sei disso porque já joguei nos dois. Tento mostrar aos mais jovens a torcida como algo postivo. Digo que são os torcedores quem vão dar a renda do espetáculo e pagar os salários depois. A torcida não vai entrar em campo nem agredir ninguém, só vai fazer a pressão psicológica', disse.
Para o clássico, a Tuna terá apenas um desfalque: o atacante Albertinho, que provavelmente se tornaria um dos principais personagens do jogo. Suspenso por ter recebido o terceiro cartão amarelo, o ponta-de-lança faria sua primeira partida contra os azulinos desde o famigerado episódio em que vestiu a camisa bicolor na estátua do Leão no Baenão.
Outra mudança em relação à equipe que bateu o Ananindeua por 1 a 0 na última rodada, é o retorno do zagueiro Alex Rava, que cumpriu a mesma suspensão que agora atinge a Albertinho. 'A preparação para o jogo contra o Remo está sendo normal, como se fosse apenas mais um jogo. Claro que respeitamos o Remo, mas na Tuna as coisas não mudam. Como o meu elenco é pequeno, a única mudança será mesmo a entrada do Rava no lugar do Ivair e do Vanderlei no lugar do Albertinho', disse o treinador. 'Não temos medo do Remo. Apesar do elenco ser jovem, temos confiança de que podemos contar com eles'.
Questionado sobre as expectativas tunantes ao término do campeonato, Reginaldo não fez rodeios, mas também não abriu mão da postura aguerrida que deseja ser executada pelos seus jogadores. 'Sabemos que é impossível conseguirmos o título. Digo para eles: se vencermos, será uma consequência do nosso trabalho; se formos derrotados, que saibamos sair de cabeça erguida. Vamos honrar a Tuna', disse. O elenco tunante ganhará folga na manhã de hoje, mas à tarde retorna aos treinamentos.

Fonte: Amazônia Hoje - Edição de 29/05/2008

quarta-feira, 28 de maio de 2008

DOMINGO É DIA DE CLÁSSICO


TUNA TREINA VISANDO CLÁSSICO CONTRA O CLUBE DO REMO
O técnico Reginaldo Mesquita comandou treinamento normal nesta quarta-feira, 28/05, apesar da greve de ônibus. Os jogadores vem sem empenhando ao máximo nos treinamentos visando o clássico de domingo contra o Clube do Remo. Amanhã o plantel folgará pela manhã mas treinará novamente no período da tarde.

terça-feira, 27 de maio de 2008

Que tal uma viagem de Voyage para descontrair um pouco!


CAMPEONATO PARAENSE DE FUTEBOL PROFISSIONAL

1ª DIVISÃO - 2008 - CENTENÁRIO
Tabela - 2 ª Fase / 2º Turno
TAÇA ESTADO DO PARÁ
Última atualização: 27/05/008 - 17h
1ª Fase
2ª Fase [1º Turno 2º Turno Final ]
Regulamento (Original)
Classificação (1º Turno 2º Turno)

Time/PG/J/V/E/D/G/GC/SG
1º Clube do Remo 21/7/7/-/-/18/4/14
2º Paysandu Sport Club 13/7/4/1/2/16/11/5
3º Castanhal Esporte Clube 12/7/3/3/1/16/14/2
4º Clube Municipal de Ananindeua 11/7/3/2/2/10/7/3
5º São Raimundo Esporte Clube 11/7/3/2/2/12/11/1
6º Àguia de Marabá Futebol Clube 7/7/2/1/4/10/10/-
7º Clube Atlético Vila Rica 7/7/2/1/4/7/12/-5
8º Tuna Luso Brasileira 7/7/2/1/4/8/14/-6
9º Associação Atlética Tiradentes 6/7/1/3/3/11/11/-
10º Pedreira Esporte Clube /3/7/1/-/6/8/22/-14/

Paraense Feminino 2008
2º turno - 2ª rodada - 25/05/2008
Independente 3 x 5 Estrela
Tuna Luso 3 x 1 Terra Firme
Sacramenta 5 x 2 Ananindeua
Fonte: Tabela oficial - publicação FPF http://www.fpfpara.com.br/

Esperança é palavra de ordem na Tuna


PARAZÃO

Time na luta contra o rebaixamento
Nas duas últimas rodadas do Parazão, a Tuna voltou a vencer depois de três meses de jejum. Com sete pontos no segundo turno, o time até tem chances matemáticas de se classificar para as semifinais, mas a probabilidade é tão pequena que os próprios jogadores preferem manter o foco na tentativa de fuga do rebaixamento para a primeira fase da comepetição, em 2009. O próximo desafio é contra o Remo, no domingo.
Um dos destaques das duas vitórias foi o goleiro Flávio. Aos 26 anos, ele parece ter conquistado a posição que até agora tem sido um problema no Souza. Ele já havia sido titular no primeiro turno, mas assim como os demais titulares, anteriormente ele não havia correspondido, o que mudou agora. 'Espero que, dessa vez, eu tenha garantido a vaga e que não saia mais do time', diz.
Flávio mora em Mosqueiro e vai e volta para casa todos os dias. Ele encara uma hora e meia em cada viagem com naturalidade. 'Vida de jogador é assim, complicada e cheia de obstáculos. Resta a quem quiser vencer passar por cima dessas dificuldades'.
O goleiro começou no Carajás e teve passagens por Santa Rosa, Pinheirense e Mosqueiro antes de chegar à Tuna. Ele voltou a jogar profissionalmente no começo deste ano, depois de três parado. 'Estava desiludido com a profissão. Mas, no começo do ano, fui incentivado a voltar e até agora tem dado certo', conta. No período afastado, ele fez de tudo um pouco. Foi pedreiro e fez serviços gerais.
Flávio sabe qual o pensamento de hoje dentro do Souza. Mesmo com as dificuldades, ele aposta que a Tuna possa fugir das últimas posições na classificação geral para tentar escapar do rebaixamento. 'Nosso objetivo é esse. Sabemos que é muito difícil, mas podemos fazer isso. Vamos ter dois clássicos em seguida (Remo e Paysandu), mas temos forças para vencer os dois jogos. Futebol é algo imprevisível'.

ARTILHEIRO
Mesmo sem poder contar com o artilheiro do time na competição, o atacante Albertinho (quatro gols), suspenso, o técnico Reginaldo Mesquita não lamenta. Ele sabe que o time perderá em experiência, mas aposta na juventude e na vontade de vencer de quem entrará.
Ontem, na reapresentação do elenco, ele não fez mistério e apontou Wanderlei como o substituto de Albertinho. 'Não posso dar importância demais aos desfalques. Tenho jogadores aqui que podem não ter a mesma experiência do Albertinho, mas têm qualidade técnica. Se por um lado a gente perde, por outro ganha com o vigor físico', confirmou Mesquita.
Fonte: O LIBERAL - Edição de 27/05/2008

Handebol já conhece os campeões do primeiro turno em seis categorias

Das nove categorias do campeonato de handebol seis já têm seus campeões do primeiro turno. São eles:
Infantil Masculino: Handebol Clube Vigia;
Cadete Masculino: Adema;
Cadete Feminino: Handebol Clube Vigia;
Juvenil Masculino: Adema;
Juvenil Feminino: Paysandu Sport Clube;
Júnior Feminino: Paysandu Sport Clube.
Faltam definir os campeões das categorias júnior masculino, adulto feminino e adulto masculino com as disputas seguindo normal.
Hoje à noite, 27/05, dois jogos no ginásio do Cefet completam a tabela:
Adema x Ananindeua/Esmac categoria infantil masculino;
Cefet x A. D. Lourdinas categoria juvenil masculino.
Taça - O presidente da Fhepa, Miguel Sampaio, engajado como vice-presidente da Região Norte da CBHbO retornou de Rio Branco (AC) onde esteve prestigiando a realização da Taça Amazônica de Handebol. Ficou muito impressionado com o apoio e o valor dado pelos órgãos oficiais aos eventos esportivos.
Fonte: Amazônia Hoje - Edição de 27/05/2008

domingo, 25 de maio de 2008

Guga cai diante de Mathieu em despedida nas simples em Roland Garros

















Brasileiro se emociona com homenagens após o jogo

Gustavo Kuerten queria uma despedida de gala, e conseguiu. Em sua última partida de simples profissional, o brasileiro utilizou um uniforme azul e amarelo idêntico ao de 1997, quando conquistou o primeiro de seus três títulos em Roland Garros. Brasileiros e franceses se uniram nas homenagens a Guga, que lembrou em alguns momentos o atleta que surpreendeu o mundo ao ser campeão pela primeira vez em Paris. No entanto, apesar da torcida, as dores no quadril falaram mais alto e o inevitável aconteceu: número 19 do mundo, francês Paul-Henri Mathieu não teve dificuldades para derrotar o brasileiro por 3 a 0, parciais de 6/3, 6/4 e 6/2.
Guga recebe um 'pedaço' da quadra central de Roland Garros em sua despedida das simples
Brasileiro jogará nas duplas em Paris
O jogo deste domingo não foi o último de Guga como profissional: o brasileiro foi convidado pela organização para competir nas duplas. Ele fará dupla com o francês Sebastien Grosjean e a estréia será contra Nicolas Mahut e Julien Benneteau. A data do jogo, porém, ainda não foi definida.
Os brasileiros compareceram em peso à quadra central, que teve praticamente todos os 14.884 lugares tomados pela torcida. Muitos fãs usavam o mesmo uniforme de Guga, mas até camisas do Avaí, time de coração do catarinense, podiam ser vistas nas arquibancadas.
'Os títulos foram maravilhosos, mas eu me sinto mais feliz ainda por ter conquistado esse carinho do público. Vocês são minha paixão e minha vida. Obrigado'
Com dores, brasileiro pede atendimento médico

Agência/AFP
Torcida mostra seu carinho por Kuerten
Muito aplaudido pelo público, Guga executou saques perfeitos e boas paralelas no primeiro set. No entanto, o brasileiro teve seu serviço quebrado no quarto game por Mathieu, que administrou os games seguintes até fechar a parcial por 6/3. Na volta, o brasileiro mas não conseguiu evitar uma nova derrota. Visivelmente abatido pelas dores no quadril, Guga quebrou o saque do francês no oitavo game, mas teve que pedir atendimento médico no game seguinte e sofreu para chegar ao fim da parcial, vencida por Mathieu por 6/4.
Diante da derrota iminente, Guga não perdeu o bom humor. Interagindo com o público o tempo todo, o brasileiro parecia querer guardar na memória as lembranças e o carinho dos fãs na quadra que o consagrou. Sorridente, fez caras e bocas a cada ponto perdido, reclamou de bolas erradas.

Guga é homenageado em sua despedida
Aos gritos de "Guga, você é o melhor", o brasileiro comemorava intensamente cada ponto conquistado. Com o jogo em 5 a 2, e Mathieu sacando para fechar, Kuerten ouviu a torcida fazer uma barulheira ensurdecedora. Em agradecimento, levou o público ao delírio e mostrou por que é um dos mais queridos: fez questão de abraçar o adversário e, brincando, apertou seu pescoço com a raquete. Antes do último game, quando a torcida brasileira puxou uma 'ola', ficou ao lado de Mathieu e chamou o francês para participar. O brasileiro ainda conseguiu salvar um match-point, mas não evitou a derrota por 6 a 2.
Ao final do jogo, Guga cobriu a cabeça com uma toalha e ficou sentado por mais de um minuto enquanto era aplaudido pela torcida. Quando levantou para receber a homenagem da Federação Francesa de Tênis, o telão mostrava imagens de suas conquistas em Roland Garros. Depois, arriscou algumas palavras em francês: - Os títulos foram maravilhosos, mas eu me sinto mais feliz ainda por ter conquistado esse carinho do público. Vocês são minha paixão e minha vida. Obrigado.
Após tantas glórias em Roland Garros, o brasileiro recebeu um troféu com um 'pedaço' da quadra central. Derrotado pelas dores, Gustavo Kuerten saiu de quadra como um verdadeiro ídolo: aplaudido de pé pela torcida.

COMUNICADO DA ASSOCIAÇÃO DOS TORCEDORES E AMIGOS DA TUNA - ATAT





A ATAT informa aos seus associados e ao público em geral que conseguiu junto a um de seus colaboradores, rede de supermercados Ponto Certo, uma verba para patrocinar a compra de 120,0m2 de lajota e materiais afins para concluir o revestimento do piso do vestiário do futebol profissional da TUNA. A empresa irá também custear o pagamento da mão de obra do serviço. As obras começarão nesta segunda-feira, 26/05/2008 , e serão supervisionadas pelos abnegados Fernando e João Araujo (vice-presidente e presidente da ATAT, respectivamente).
Mais uma vez a ATAT se antecipa e age como fonte captadora de recursos para aplicação integral no clube, mostrando que continua colaborando para a constante melhoria da TUNA.
Hiper Atacado Ponto Certo
Av. Arterial 5, 360
Ananindeua - PATelefone: +55 (91) 3263-0124
Hiper Atacado Ponto Certo
Pass. São Pedro, s/n
Ananindeua - PATelefone: +55 (91) 3235-6964
Hiper Atacado Ponto Certo
Rod. BR 316, s/n
Ananindeua - PATelefone: +55 (91) 3245-6800
Hipermercado Meio a Meio Ponto Certo
Rod. Br 316, s/n
Ananindeua - PATelefone: +55 (91) 3235-6603
Rod. BR-316 - Km 02, S/N - Fone: (91) 3245-6800Belém - Pará - Brasil
http://www.grupopontocerto.com.br/

GP BRASIL CAIXA DE ATLETISMO LEVA MAIS DE 30 MIL AO MANGUEIRÃO













FOTO - Maurren Maggi (acima), Sherri-Ann Brooks (foto 2 - à esquerda) ganhou os 100 m e os 200 m em Belém, pelo segundo ano consecutivo
http://www.orm.com.br/video_restrito/video/video.asp?video=8390

Belém - O 24º Grande Prêmio Brasil Caixa de Atletismo foi disputado na manhã deste domingo (25) no Estádio Olímpico do Pará, em Belém. Nada menos que 30.872 pessoas foram ao Mangueirão para ver 149 atletas de 27 países disputarem 17 provas. O público foi mais de 10 pessoas superior ao registrado na edição anterior do Meeting. Dos países participantes, 15 colocaram atletas no pódio e sete destes conquistaram a medalha de ouro.
Um dos resultados mais expressivos foi o registrado por Gilbert Kipchoge (Quênia), que venceu os 800 m cm 1:44.52, segunda melhor marca da temporada e recorde do GP. O anterior era 1:44.89 e pertencia desde 1998 a Mark Everett (Estados Unidos). "Estou feliz com a vitória, mas sei que preciso correr abaixo de 1:43.00 para conquistar uma medalha olímpica (nos Jogos de Pequim, em agosto)", disse Gilbert.
Outro recorde da competição foi obtido por Korene Hinds (Jamaica), ganhadora dos 3.000 m com obstáculos feminino, com 9:36.12. Ela melhorou em mais de cinco segundos a marca anterior, de Carrie Messner (Estados Unidos), que fizera 9:41.55 em 2006. Outros atletas obtiveram destaque. Sherri-Ann Brooks (Jamaica), por exemplo, ganhou pelo segundo ano consecutivo os 100 m e os 200 m, respectivamente com 11.18 e 22.70. "Nos 200 m foi minha melhor marca na temporada, acho que tive um grande dia", disse a velocista.
Do Brasil, o melhor resultado foi o de Maurren Maggi, campeã do salto em distância feminino com 6,83 m. "Foi bom voltar ao Pará, competir neste estádio. Belém é uma coisa boa, algo à parte", disse a saltadora, medalha de prata no Mundial Indoor de Valência (Espanha) em março último.
O presidente da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), Roberto Gesta de Melo, assistiu a competição da Tribuna de Honra do Estádio Olímpico, ao lado do campeão olímpico e vice-presidente da IAAF Sebastian Coe, que esteve em Belém para a festa dos 90 anos da Confederação Sul-Americana (CONSUDATLE), realizada na véspera.
"Mais uma vez o público do Pará mostrou sua hospitalidade e o interesse pelo atletismo", disse Roberto Gesta de Melo. "Tanto que mais 30 mil pessoas vieram aplaudir atletas de toda a parte do mundo", afirmou o dirigente. "Também é fundamental observar que 15 países colocaram atletas no pódio, o que comprova o caráter internacional do evento", completou.
O GP Brasil Caixa de Belém foi o quinto Meeting internacional organizado pela CBAt neste mês de maio. Os anteriores foram realizados em Uberlândia (11), Fortaleza (14), Rio de Janeiro (18) e São Paulo (22). O patrocínio foi da Caixa Econômica Federal, patrocinadora oficial do atletismo nacional. Em Belém, o GP contou com o apoio do Governo do estado do Pará. O secretário de Esportes e Lazer, José Otávio Carepa, representou a Governadora Ana Júlia Carepa.
Mais informações no site do evento, no endereço abaixo:

Maurren ganha único ouro do Brasil em Belém
A saltadora Maurren Maggi foi responsável pelo melhor resultado brasileiro no GP de Belém, disputado neste domingo. Último dos cinco meetings autorizados pela IAAF no Brasil, a competição teve apenas um ouro nacional conquistado no salto em distância, com a marca de 6,83m.
Com este resultado, Maurren manteve 100% de aproveitamento nas etapas em casa, depois de vencer em Fortaleza, Rio de Janeiro e São Paulo. Ela só não disputou o GP de Uberlândia, primeiro do calendário. Keila Costa não completou a prova.
Outro resultado expressivo foi conquistado pelo queniano Gilbert Kipchoge nos 800m, vencendo com o tempo de 1min44s52, segunda melhor marca da temporada na distância. "Estou feliz com a vitória, mas sei que preciso correr abaixo de 1min43 para conquistar uma medalha Olímpica", avaliou o meio-fundista.
No salto com vara, Fabiana Murer teve um mal estar estomacal e parou com a marca de 4,35m. A vitória ficou com a norte-americana April Steiner, saltando 4,45m.
Nos 3.000m com obstáculos, o brasileiro Celso Ficagna foi prata com 8min51s92. O queniano Julius Nyamu venceu em 8min27s06 com o peruano Mario Bazan em terceiro.
No salto triplo, Jadel Gregório repetiu a quarta colocação da etapa paulista, saltando 16,82m. Mais uma vez, o campeão foi Randy Lewis, de Granada, com 17,15m. Leevan Sands, das Bahamas, ficou em segundo (17,12m), seguido pelo norte-americano Aarik Wilson com 16,98m.
Fonte: Rádio Clube do Pará

CAMPEONATO PARAENSE DE FUTEBOL PROFISSIONAL

1ª DIVISÃO - 2008 - CENTENÁRIO
Tabela - 2 ª Fase / 2º Turno
TAÇA ESTADO DO PARÁ

PLACAR AO VIVO - 25/05/08:
Em Santarém (FINAL)
SÃO RAIMUNDO 1 X 0 CAMETÁ/VILA RICA
São Raimundo 1X0: João Pedro 5'2º

Na Curuzu(FINAL)
PEDREIRA 1 X 6 PAYSANDU
Paysandu 1X0: Jucemar(pênalti)3'1ºPaysandu 2X0:Zé Augusto(cabeça)28'1ºPaysandu 3X0: Samuel 34'1ºPaysandu 4X0: Zé Augusto 3'2ºPedreira 1X4: Trez 16'2ºPaysandu 5X1: Fabricio 42'2ºPaysandu 6X1: Samuel 47'2º

(26/05/02):
No Baenão-20h30
REMO X ÁGUIA

No Souza - (FINAL)
TUNA 1 X 0 ANANINDEUA
Tuna 1X0: Eric(cabeça)23'2º

(24/05/08) - Em Castanhal (FINAL)
CASTANHAL 3 X 2 TIRADENTES
Castanhal 1X0: Gian 11'1ºTiradentes 1X1: Kevson(falta)36'1ºCastanhal 2X1: Sérgio 17'2ºTiradentes 2X2: Magrão 27'2ºCastanhal 3X2: Beto 40'2º
Fonte: http://www.radioclubedopara.com.br/

Tuna mantém boa fase e derrota o Ananindeua


A Tuna Luso Brasileira continua com a sua reação no campeonato paraense e hoje pela manhã derrotou no estádio do Souza a equipe do Ananindeua pelo placar de 1 a 0, gol marcado através de Eric (cabeça) aos 32 minutos do segundo tempo.
A partida foi válida pela sétima rodada da Taça Estado do Pará (2º Turno).
Esta é a segunda vitória consecutiva da “Elite do Norte” no returno do parazão, a primeira foi em cima do Águia pelo placar de 2 a 1, na 6ª rodada.
O resultado colocou a equipe cruzmaltina na 8ªposição com 7 pontos, já o Ananindeua permanece provisoriamente na 3ª colocação com os seus 11 pontos.
A renda no Souza foi de R$ 2.030,00 e o público total foi de 505 torcedores, apresentando 242 pagantes e 263 credenciados.
Assista os gols da rodada:
Fonte: Rádio Clube do Pará.

Tuna luso quer ir mais longe


Motivada, a Águia do Souza encara a Tartaruga em busca da segunda vitória consecutiva no segundo turno
Em busca de uma melhor posição no segundo turno do Campeonato Paraense, a Tuna Luso recebe o Ananindeua, hoje pela manhã, no Souza, disposta a conquistar a segunda vitória consecutiva depois de um jejum de 11 jogos. Os lusos, na rodada passada, derrotaram o Águia por 2 a 1, resultado que redirecionou os trabalhos do técnico Reginaldo Mesquita.
A reabilitação está motivando os jogadores lusos, que acreditam terem expurgado a má fase do Souza. Mesmo diante de um adversário de respeito, considerado um dos candidatos ao título do returno, como aconteceu no primeiro turno, Reginaldo prevê uma vitória tunante. Segundo o treinador, a Tuna adquiriu a confiança necessária para superar qualquer obstáculo, deixando de ser time afobado, nervoso, com medo de errar.
Do outro lado, o Ananindeua surge com ares de favorito. Queira ou não, o elenco da Tartaruga hoje é visto como um dos melhores do campeonato, com um nível técnico superior aos tunantes. Apesar desse diferencial, o técnico Valter Lima vê um jogo muito difícil para seus comandados. No primeiro turno, o Ananindeua venceu o duelo por 2 a 0.
A Tuna não contará com o zagueiro Alex Rava, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. O jovem Ivair, do time sub-20, ganhou a disputa com George e entra ao lado de João Gomes. O lateral Paulinho, autor do gol da vitória sobre o Águia, passou a semana tratando do tornozelo direito, mas não conseguiu se recuperar para a partida.
O goleiro Flávio mostrou boa recuperação, caindo no agrado do treinador, e ficará como titular. O atacante Albertinho, artilheiro luso com quatro gols, está supermotivado para o jogo, sobretudo agora que passou a interessar ao Paysandu para a disputa da Série C.
Fonte: Amazônia Hojes - Edição de 25/05/2008

Maurren busca repetir ouro de 2002 em Belém




Seis anos após ter vencido a prova do salto em distância na primeira vez que Belém recebia um GP Brasil de Atletismo, Maurren Maggi, voltará ao Estádio Olímpico do Pará para tentar repetir o feito de 2002. Na ocasião, a atleta saltou a uma distância de 6,90m.
Neste domingo, Maurren será novamente uma das estrelas que estarão em Belém para brilhar antes das Olimpíadas. A brasileira é, atualmente, a segunda melhor saltadora do mundo, com a marca de 6,91m obtida no GP do Rio de Janeiro nesse último domingo. Ela está a apenas 2cm de distância da líder, a norte-americana Brittnev Reese.
"A preocupação este ano é com os Jogos Olímpicos", lembrou a paulista. "Para mim, é importante o fato de estar mantendo uma média de resultados e é esta regularidade que pretendo manter em Belém", afirmou Maurren, referindo-se às suas conquistas nesta temporada: prata no Mundial de Valência, em março, ouro nos GPs de Fortaleza, do Rio de Janeiro e de São Paulo, todos em maio.
Na prova paraense, uma de suas principais adversárias será a também brasileira Keila Costa, que venceu a prova de Belém no ano passado. Além de Keila, Maurren terá a companhia da jamaicana Jovanee Jarret, prata no GP de São Paulo, com 6,61m, além da russa Natalia Lebusova.

Nome completo: Maurren Higa Maggi
Data de nascimento: 25/06/1976
Local de nascimento: São Carlos (SP)
Altura: 1,73mPeso: 62 kg
Residência: São Paulo (SP)
Clube: Vasco/Funilense/São Caetano
Modalidade: atletismoProva: salto em distância
Participações em Olimpíadas: Sydney-2000
Principal conquista: medalha de ouro no Pan-Americano de Winnipeg-1999
Recordes: sul-americano do salto em distância e dos 100 m com barreiras
Resultado em Sydney: 25º colocada no salto em distância

sábado, 24 de maio de 2008

CAMPEONATO PARAENSE DE FUTEBOL FEMININO 2008


Tabela do 2º Turno
Regulamento (Original)
Classificação
1º turno 2º turno
Atualizada: 23/05/2008
Fase Classificatória

1ª Rodada
JOGOS/DATA/DIA/HORA/LOCAL
Ananindeua 2 x 4 Independente 22/05 QUI 08:30 CEJU – Belém
Tuna Luso 3 x 1 Estrela 22/05 QUI 10:00 Souza - Belém
Terra Firme 0 x 10 Sacramenta 22/05 QUI 10:30 CEJU – Belém

2ª Rodada
Tuna Luso x Terra Firme 24/05 SÁB 10:00 Souza - Belém
Independente x Estrela 25/05 DOM 10:00 Laurival Cunha – Barcarena
Sacramenta x Ananindeua 25/05 DOM 09:00 CEJU – Belém

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Reginaldo define a Lusa com sede de vitória para enfrentar a Tartaruga amanhã


O técnico Reginaldo Mesquita definiu o time da Tuna no treino de ontem para o jogo contra o Ananindeua, amanhã, no Souza. Hoje, no treino recreativo, ele escolhe os jogadores suplentes. O lateral Paulinho, que era dúvida devido a um problema no tornozelo direito, se apresentou e treinou normalmente, garantindo assim sua escalação.
Mesquita deu folga na quinta-feira e marcou a representação para as 8 horas de ontem. Mas anunciou: quem chegasse um minuto atrasado seria cortado até do treino. Todos foram pontuais com o exigente treinador, que vem cheio de moral depois da boa vitória sobre o Águia, a qual recompôs o time tunante no campeonato, onde foi lanterna por muito tempo. Os tunantes querem mais distância da posição final e vão para cima do Ananindeua como se estivessem disputando uma final.
O volante Wilson, o lateral Hugo Deleon e mais o zagueiro Ivair são as novidades na equipe tunante. O atacante Albertinho é um dos jogadores supermotivados com a nova fase no futebol paraense. Depois de amargar um bom ostracismo, ele vem subindo a cada jogo, marcando gols e já despertando interesse de vários clubes do Nordeste, além do seu ex-clube, o Paysandu.

Fonte: Amazônia Hoje - Edição de 24/05/2008

Pai de Romário morre após infarto no Rio











Edevair, Romário e os netos em jogo do América-RJ

RIO DE JANEIRO - Aos 77 anos, Edevair de Souza Farias, pai do ex-atacante Romário, morreu nesta quinta-feira, em um hospital na Barra da Tijuca, Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro. Ele estava internado desde a última semana, em função de uma infecção urinária.
Na madrugada de quarta para quinta, o pai do ex-jogador sofreu um infarto e à tarde acabou falecendo. Romário, que estava em Fortaleza, foi avisado do falecimento de seu pai e voltará para o funeral - que será nesta sexta no cemitério de Inhaúma, em Del Castilho, na zona norte da capital fluminense.
"Ele já não estava muito bem. Tinha de fazer hemodialise três vezes por semana e tomava remédios. Infelizmente isso aconteceu. A vida é assim", explicou Dona Lita, mãe de Romário, em entrevista à "Rádio Tupi". Torcedor do América do Rio de Janeiro, que foi rebaixado para a segunda divisão carioca pela primeira vez na sua história, o pai de Romário fazia hemodiálise há três anos.

Um incentivador

Edevair Faria era um operário de uma fábrica de painéis que lutou para tirar sua família da miséria da comunidade do Jacarezinho, em que vivia quando Romário nasceu, e tornar seu filho jogador de futebol. Desde pequeno, Romário esteve em contato com uma bola de futebol.
A mãe do jogador, "Dona" Lita, disse algumas vezes que Edevair deu a ele uma bola ainda bebê. Quando Romário completou seis anos de idade, seu pai fundou um clube amador chamado Estrelinha para que ele começasse a jogar no bairro da Vila da Penha, nova casa da família.
Ao se destacar entre as outras crianças, Edevair levou o filho para fazer um teste no Vasco, mas ele acabou sendo reprovado por ser muito baixo. Romário acabou indo parar no Olaria, clube em que começou na categoria infantil.
Pouco depois, ele foi ao Vasco e estreou como profissional em 1985. A partir daí, fez fama em clubes como PSV Eindhoven e Barcelona, além de se tornar decisivo para a conquista da Copa do Mundo de 1994 pela seleção brasileira.Romário anunciou oficialmente sua aposentadoria este ano, após uma última passagem um tanto conturbada pelo Vasco - clube pelo qual marcou o milésimo gol de sua carreira, em 2007.
Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/esportes/futebol/2008/05/22/pai_de_romario_morre_apos_infarto_no_rio_1323059.html

A escolha da Águia


O Vôo da Águia
A águia é a ave de maior longevidade, podendo chegar aos 70 anos. Ela também tem a maior envergadura de asas, que, abertas, podem chegar a 86cm de comprimento. Sua visão é de 300º, quase o dobro da que tem o ser humano. Com uma membrana nictante, é o único ser que pode olhar direto para o sol. Na forte tempestade não se esconde, nem tenta inutilmente enfrentá-la, mas voa por cima dela. É fiel a sua única companheira. Nunca voa em bandos, mas sempre sozinha, altaneira, caçadora, guerreira e corajosa, imponente, bela e precisa no vôo e no ataque.
Mas vamos ao mais fascinante: aos 40 anos, suas unhas estão compridas e flexíveis e não conseguem mais segurar suas presas, seu bico se encurva e não morde mais com força, suas asas, pesadas e envelhecidas, dificultam seu vôo. Só há dois caminhos: morrer ou renovar-se, num doloroso e longo processo de cinco meses.
Nesse processo, a águia voa para o ninho nu paredão no alto da montanha, fica protegida, mas só poderá sair se novamente for capaz de voar. Lá, suporta corajosamente a dor. Ela bate o bico velho contra a parede até arrancá-lo. Espera nascer o novo bico e com ele, novamente suportando a dor, arranca as velhas unhas; espera que nasçam novas unhas e, com elas arranca as velhas penas.
Após cinco meses, com novas asas, ela se lança no vôo da vitória e renovação, e viverá por mais 30 anos. Após 40 anos, ela renasce para mais 30, totalizando 70 anos.
Muitas pessoas vivem em constantes brigas e lamentos, ressentimentos e medo, sem coragem e força para se renovar, se fortalecer.
Destrua o bico do ressentimento, arranque as unhas da agressividade, retire as penas do medo que lhe impede de voar. A decisão é sua!!!
Você vai viver como o urubu, que se alimenta do podre do passado, do que está morto, ou vai voar livre acima da tempestade, recebendo a luz do sol, como a águia?
Devida pela vida...
Voe!
Isabelle’s Site
Fonte:

Torcida Cruzmaltina!!
http://br.youtube.com/watch?v=TnhHkxPuDnQ&feature=related
http://br.youtube.com/watch?v=mWjRoDCtXsY&feature=related
http://br.youtube.com/watch?v=tjmWN7rydDk&feature=related
http://br.youtube.com/watch?v=Uxl5G-UWPO8&feature=related
http://br.youtube.com/watch?v=yVXN5Tn6DOc&feature=related
http://br.youtube.com/watch?v=zfYLeIiqOFw&NR=1
http://br.youtube.com/watch?v=2prC-ANwUFo&feature=related
http://br.youtube.com/watch?v=dN6-XvGHiJU&feature=related
http://br.youtube.com/watch?v=ZbLqLSaDsoY
http://dono-da-bola.blogspot.com/
http://br.youtube.com/watch?v=CsLdTR-LtVc&feature=related
http://br.youtube.com/watch?v=9YUWWPGmP4Q&feature=related
http://br.youtube.com/watch?v=3mZp024k6Lg&feature=related
http://br.youtube.com/watch?v=Itq-2UVnU7s&feature=related
http://br.youtube.com/watch?v=clVMyym5sUc&feature=related

VIRA-CASACA


Elias Pinto!
M
e tragam a camisa do Liberato de Castro, do Sacramenta, do Júlio César, do Avante...
Vamos, me tragam aí a camisa do Liberato de Castro, do Júlio César, do Avante, do Sacramenta, do Sporting. Hein? Estão todos dormindo, profundamente? Não sobrou nenhum Sport Belém para remédio?
Muito bem, então me tragam o glorioso manto do mocorongo São Francisco, o que tinha Jeremias, Pão-de-ló, Bendelack, Carlitinho, Manoel Maria – ou será que já estou misturando com escalações do São Raimundo? Não, a pantera santarena não me serve. No clássico Rai-Fran sempre fui asceticamente franciscano. É dando que se recebe. Epa, melhor não me comprometer.
E como é que é, repete aí? O São Francisco também finou-se, subiu aos céus, foi convocado pelo Senhor?
E agora, nesse troca-troca (epa epa), que camisa vestirei? Pois é isso mesmo, virei casaca. Por isso, só não me tragam a camisa da Tuna. Deixem-na estendida num varal lá no Souza. Esta bandeira já não me serve, todos pisam, goleiam sem dó nem piedade.
E não espalhem que azulinei ou bicolei. Neca de pitibiriba. Isso não. Prefiro antes o Fuzuê. O quê? O Fuzuê também fu..., quer dizer, esfumou-se? E o 3 Corações? Morre-se até na pelada?
O negócio agora é a festa no interior? Pois olhem que até anteontem eu achava que esse Águia era Águia paraguaia. Daí que não comprei a peça quando me ofereceram na estrada. Onde já se viu, pensei, depois que me explicaram a origem do Águia: pois até o nosso símbolo animal foi usurpado por um time lá de Marabá. E bem que eu via esse Águia subindo, voando tabela acima, enquanto a minha Tuna despencava na lanterna dos afogados. Como é isso então? Esse Águia não é a Tuna? É uma dissidência cruzmaltina, que nem a Tradição e a Portela?
Foi quando, não do Ipiranga, mas do Tocantins ouvi o brado forte: Áááááááááguuuuuiiiiiaaaaaaaaaa! A dissidência marabaense havia conquistado o primeiro turno. Pô, mas com o braço forte da Vale empurrando, assim não vale. Atenção padarias de Belém, uni-vos.
Sinto saudades de quando éramos primeirão. Quer dizer, primeiro entre os terceiros, logo depois de Remo e Paissandu (não necessariamente nesta ordem). Como ousaram nos desbancar dessa cadeira cativa?
E quem são esses bárbaros, Águia, Castanhal, Pedreira, um tal de Vila Rica/Cametá, e até o Ananindeua, que era ali, nosso vizinho de Souza, de pedir emprestado uma xícara de açúcar, uma chuteira, um meião, já nos faz desfeita. Aliás, o futebol do interior pode até estar enricando, conquistando, triunfando, mas quanto aos nomes de seus clubes, quanto pobreza, falta de criatividade. Saudades do Bacuri.
Descadeirados do terceiro lugar, fomos caindo, caindo, que nem a Alice no País das Maravilhas quando caiu no buraco sem fim – até que se ouviu: cortem a cabeça! E lá rolou a cabeça do treinador. A continuar assim, despencando, a lanterna de Diógenes não nos servirá nem para encontrar um homem honesto quanto mais um jogador que preste.
Mas onde quer que estejamos, em que divisão, quinta ou sexta, guerreiros tunantes, escutai meu grito de guerra: sou forte, sou filho do Norte, sou bravo, meu canto de morte ouvi. (Ih, desconsiderem este último período, não tem nada a ver; ou foi a Zibia Gasparetto que incorporou em mim, digo, o Gonçalves Dias, ou é coisa de tunante que não está batendo bem da bola, o que, convenhamos, tem tudo a ver.)
E quando cortarem a cabeça do Reginaldo, me chamem para treinador. Como técnico, minha primeira providência será abandonar esse negócio de treino, táticas, jogadas ensaiadas. Isso não nos pertence mais. Mas nossos craques não ficarão de papo pro ar na concentração, jogando carteado, sinuca, totó.
Já que os jogadores andam falando grego, pelo menos no campo de futebol, onde ninguém se entende, quem sabe revelem insuspeitado talento para filosofar em alemão. Neste caso, ministrarei, na concentração, lições de doutos volumes e autores, grandes teóricos, poetas, filósofos. Pedirei ao professor Benedito Nunes que dê algumas palestras de auto-ajuda filosóficas.
Claro, dentro das quatro linhas, nada mudará. Continuaremos a ser goleados, como sempre. Mas, após o jogo, em vez de ouvir os vitoriosos, os repórteres da Rádio Clube correrão para entrevistar os derrotados. Ninguém explicará o fracasso com tanta verve, brilho e intelectualidade, recorrendo a Heidegger e Walter Benjamin. Se o Íbis se consagrou como o pior time do mundo, a Tuna brilhará como o mais erudito. Pelo menos os jogadores, estreitado o horizonte futebolístico, terão escancarada a carreira acadêmica.
Ou então só me restará, feito aqueles bêbados alquebrados que vegetam de bar em bar, recitar, ad nauseam, aquele inesquecível time da Tuna, campeão de 1970: Omar; Marinho, China, Carvalho e Acari; Antenor, Waltinho e Mesquita; Fefeu, Clésio e Gonzaga.
Meu amigo presidente Marcos Moraes: o que aconteceu? Ainda tem volta, salvação? Me diga uma só palavra de fermento, alento, e eu desviro a casaca.
Fonte: Diário do Pará Imagem

HANDEBOL É DESTAQUE NO TROFÉU ROMULO MAIORANA


O Troféu Romulo Maiorana 2008 foi um verdadeiro presente para o Handebol Paraense. Em sua primeira participação no Troféu à modalidade premiou a atleta Cristiane Gomes da Silva jogadora do Handebol Clube Vigia como melhor jogadora do ano de 2007 e ainda a Federação Paraense de Handebol (FHEPA) como a federação do ano de 2007.
Cristiane, com apenas 15 anos, já participa ativamente do mundo do Handebol.
A Federação foi eleita a Federação do ano, por ter se destacado com seu trabalho no interior. Hoje a federação possui 19 clubes filiados e 10 deles são do interior.
A Federação Paraense de Handebol agradece a todos os clubes filiados, que participaram ativamente para que o handebol no estado pudesse ser reconhecido e conquistar seu lugar de destaque.

NOME: CRISTIANE GOMES DA SILVA
VENCEDORA DO TROFÉU ROMULO MAIORANA E ATLETA DO HANDEBOL CLUBE VIGIA
NASCIMENTO: 18/06/92

TRAJETÓRIA ESPORTIVA:
-Iniciou Handebol no Educandário Nossa Senhora das Neves.
-Campeã Vigiense categoria sub-12 e sub-15.
-Campeã e artilheira do 1º Jogos Preciosinos Infantil - São Miguel do Guamá.
-Campeã e revelação do 10º Jogos Preciosinos sub-15 - Capanema.
-Bi-Campeã do 49º JEP'S em Santa Izabel do Pará.
-Tetra-Campeã Vigiense de handebol.
-Campeã do 6º Super JEP'S em Belém-Pa.
-Campeã Paraense de 2007 na categoria adulta e artilheira da competição.
-Terceira colocada na Copa Norte Juvenil - São Luis-Ma e eleita destaque da competição.
-Eleita em 2007 a melhor atleta de Handebol do Pará pela "ACLEP".

Fonte: http://www.fhepa.cidadereal.com/noticias.php

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Marabaense é show no handebol



O atleta marabaense Silvestre Pierozan Neto, de 21 anos, foi revelado na sua cidade natal, quando jogava pela escola A Fazendinha e foi para o Centro Esportivo Delta, em Goiânia, onde permaneceu por seis meses. Depois, seguiu para São Paulo, onde disputou os jogos regionais, foi destaque na competição e convidado para vestir a camisa da equipe de São Carlos, um dos times de ponta daquele estado. Ficou durante um ano e meio nesse clube, até que surgiu o convite do Pinheiros (SP), onde foi campeão paulista e brasileiro e ali permaneço há quase dois anos. Depois desse período, evoluiu muito e foi convocado para a Seleção Brasileira Júnior, até 21 anos e hoje é destaque no cenário nacional do handebol.
Silvestre esteve de férias em Marabá nos últimos dias, ao lado dos familiares, e o jogador lembra de toda sua trajetória de sucesso no esporte e revela suas metas para o futuro.

Astros já treinam para GP em Belém




Atletismo
Gringos
prometem repetir pódio no Pará




Com a trégua do sol na manhã de ontem, parte dos atletas que chegou a Belém para a disputa do 24º Grande Prêmio Brasil de atletismo - domingo, no Mangueirão - levantou cedo para reconhecer a pista do estádio. Nela, as estrelas do atletismo mundial vão tentar melhorar as suas marcas em busca de índice para as Olimpíadas de Pequim. Dos sete corredores que já estão na capital paraense, apenas a norte-americana Carrie Vickers, que disputará os 3 mil metros com obstáculos, não treinou.
A atleta Josanne Lucas, de Trinidad e Tobago, a segunda colocada nos 400 metros com barreiras no GP do Rio de Janeiro, no domingo passado, disse conhecer a fama do público do Pará e espera uma multidão nas arquibancadas. 'Minha preocupação é fazer o meu melhor. Todas as competidoras são qualificadas e a prova vai ser dura. Vou correr contra o relógio', disse.
Também preparando-se para os 400 metros com barreiras, a vencedora do GP Rio, Melaine Walker, está acostumada com a pressão. Desde que começou a correr, sempre foi tratada como uma estrela em seu país natal, a Jamaica. Ela diz que a sua vaga para Pequim está assegurada, mas promete tentar melhorar a marca do último GP, de 55s48. 'A minha meta é fazer a prova na casa dos 54 segundos. Uma dificuldade poderá ser o horário da prova. O corpo não rende o ideal de manhã. É necessário acordar bem mais cedo para se preparar', disse. Melaine terá como grande adversária a americana Sheena Johnson-Tosta, que foi a campeã da prova no GP Brasil de 2007.
A norte-americana Delilah DiCrescenzo parecia uma estranha no ninho. Única competidora dos 3 mil metros com obstáculos a particpar do treino, ela teve que reservar a primeira raia para fazer o seu treinamento. É a primeira vez que a atleta vem ao Brasil e diz que as expectativas são positivas. 'Soubemos que o público vem em peso ao evento. Espero fazer uma boa prova', disse.

PÓDIO
Na ala masculina, os três corredores que treinaram no Mangueirão foram os mesmos que fizeram o pódio no GP do Rio: os jamaicanos Adrian Findlay e Markino Buckley e o sul-africano Ockert Cilliers. Todos eles já alcançaram o índice que os garante em Pequim. No entanto, estão em Belém pensando em melhorar ainda mais suas marcas.
O sul-africano, segundo colocado no Rio, com a marca de 49s86, estipulou a meta que pretende alcançar no GP Brasil. 'Tenho uma vaga na competição de revezamento para Pequim, mas pelo individual são três vagas para quatro atletas qualificados. Pretendo fazer a marca de 48s70. Cometi alguns erros no Rio, mas acredito que posso superar isso aqui. A pista é ótima e sinto uma boa atmosfera aqui. O público no Rio foi muito bom e acredito que vá ser assim também aqui', disse Ockert Cilliers.
Fonte: O Liberal - Edição de 22/05/2008

O Remo em Belém-PA


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Campeonato Paraense de Remo 2008
- Calendário do Campeonato

Site do Remo Paraense é lançado
http://www.delsoftt.com/remoembelem/noticias.php
O esporte de Remo do Pará conta com mais um meio de divulgação, através do Web Site O REMO EM BELÉM-PA. O objetivo é divulgar notícias relacionadas ao Campeonato Estadual, participação de atletas em competições Regionais e Nacionais e ser um meio de interação com atletas de outros Estados do Brasil e também de outros Países.

NOTÍCIAS 2008
http://www.delsoftt.com/remoembelem/imprensa.php
[11-05-2008] Paysandú Sport Clube é Campeão da Segunda Regata
Na manhã de céu nublado em Belém, foi realizada a Segunda Regata do Estadual de Remo do Campeonato Paraense de Remo. A regata foi a mais equilibrada dos últimos anos, e só foi decicida no último páreo, o Oito Gigante Sub-23. No final o Paysandú Sport Clube conquistou 6 provas e a Tuna Luso Brasileira 5. Confira algumas fotos da regata aqui.

[04-05-2008] Remo Paraense é Ouro em Sulamericano de Remo
O Remo do Pará está em festa com a conquista de três medalhas de Ouro, 3 de Prata e 1 de Bronze no Campeonato Sul-Americano de Remo Master realizado nos 2 e 3 de Maio na cidade de Valparaíso no Chile. O Estado esteve representado por 6 remadores do Paysandú Sport Clube e 1 do Clube do Remo. Foram mais de 80 provas disputadas nos dois dias de competição na raia de mil metros no Lago de Carauma entre as cidades de Valpaíso e Vinha del Mar. As guarnições Ouro foram: Double-Skiff A: Guilherme Hugo da Costa Araujo e Edgar Fernando Veras; Single-Skiff A: Edgar Fernando Veras e Idelvan Seabra e José Ribamar Carvalho. Parabéns a todos!

[30-03-2008] Primeira Regata é suspensa por condições do Tempo, mas Tuna leva Título.
- Programação da Primeira Regata
Tempo nublado, pouco público e com a maré agitada a partir da 5a. Prova, foi realizada a primeira Regata do Estadual de Remo em 2008. A Tuna Luso Brasileira venceu 6 provas contra 2 do Paysandú Sport Club. Como a maré não colaborou e as 3 provas que faltavam somente o Paysand?rt Club iria participar, o Presidente da Federação Paraense de Remo resolveu suspender a Regata e determinou que as provas sejam concluídas nesta segunda-feira dia 31. Com 6 vitórias, a Tuna Luso Brasileira é a Campeã da Primeira Regata do ano.

Classificação Geral
Clubes - 1o. Lugares/2o. Lugares/3o. Lugares

Clube do Remo - 0/1/2
Payssandú Sport Club - 11/6/0

Tuna Luso Brasileira - 10/5/0

Segunda Regata
Clube do Remo - 0/1/2
Payssandú Sport Club - 6/3/0

Tuna Luso Brasileira - 5/3/0

Primeira Regata
Clube do Remo - 0/0/0

Payssandú Sport Club - 5/3/0
Tuna Luso Brasileira - 5/2/0

Fonte: http://www.delsoftt.com/remoembelem/noticias.php

quarta-feira, 21 de maio de 2008

CAMPEONATO PARAENSE DE FUTEBOL




Tuna x Ananindeua

1ª DIVISÃO - 2008 - CENTENÁRIO
TABELA - 2ª FASE - 2º TURNO

7ª rodada
Castanhal x Tiradentes 24.05.08 SÁB 19:30 M. Porpino - Castanhal
Tuna x Ananindeua 25.05.08 DOM 10:00 Souza - Belém
Pedreira x Paysandu 25.05.08 DOM 16:00 Curuzú - Belém
São Raimundo x Vila Rica 25.05.08 DOM 16:00 Barbalhão - Santarém
Remo x Águia 26.05.08 SEG 20:30 Baenão - Belém

8ª rodada
Ananindeua x Pedreira 31.05.08 SÁB 10:00 Souza - Belém
Paysandu x Castanhal 31.05.08 SÁB 16:00 Curuzú - Belém
Tiradentes x Vila Rica 01.06.08 DOM 10:00 Baenão - Belém
Remo x Tuna 01.06.08 DOM 16:00 Mangueirão - Belém
São Raimundo x Águia 01.06.08 DOM 16:00 Barbalhão - Santarém

9ª rodada
São Raimundo x Pedreira 07/08.06.08 SÁB/DOM 16:00 Barbalhão - Santarém
Remo x Ananindeua 07/08.06.08 SÁB/DOM 16:00 Baenão - Belém
Vila Rica x Castanhal 07/08.06.08 SAB/DOM 16:00 Parque do bacurau - Cametá
Tuna x Paysandu 07/08.06.08 SAB/DOM 16:00 Mangueirão - Belém
Águia x Tiradentes 07/08.06.08 SAB/DOM 16:00 Zinho de Oliveira - Marabá

História da Tuna Luso Brasileira até os dias de hoje
















LINKS:

1.902 - O início da Tuna Luso
Foi com a visita do cruzador português Dom Carlos à cidade de Belém, que um grupo de portugueses , liderados por Manuel Nunes da Silva, decidiu fundar um grupo musical para perpetuar as músicas da terra distante, Portugal. Assim, nascia a Tuna Luso, que significa conjunto musical (Tuna) português (Luso). Por serem todos comerciários, na época chamados de caixeiros, adotou-se o nome de Tuna Luso Caixeiral. No dia 1º de janeiro de 1.903, era oficialmente fundada por 21 bravos portugueses.
1.915 - Taça 5 de Outubro
Por iniciativa de Francisco Vasquez é fundado o futebol cruzmaltino. Era um time caseiro e não era filiado à Liga. Por ser bastante competitivo, o time participava de vários jogos com outros times, principalmente em datas históricas. E é nos festejos de 5 de outubro que a colônia portuguesa promoveu um jogo entre a Tuna Luso e o Grêmio Luzitano. Com uma simples vitória, 1x0, a Tuna Luso ganhou o seu primeiro troféu futebolístico. A partir deste feito, começaram os trabalhos para a Tuna participar da liga profissional de futebol, sob o comando do grande Francisco Vasquez, como a inauguração do Estádio Cruzmaltino, em 1.935.

1.937 - O primeiro campeonato paraense invícto
Após 04 anos do início de sua participação no campeonato paraense, a Tuna Luso, agora Comercial, montou um time poderoso para ganhar o seu primeiro campeonato. Contando com craques como Aldomário, Jango, Mattos, Pitota e o goleiro Licínio, a Tuna Luso jogou 08 partidas , sendo 06 vitórias e 02 empates. Marcou 37 golos e sofreu apenas 12. Com goleadas sobre os extintos Júlio César (8x1 e 8x0) e Nacional (6x0), a Tuna Luso decidiu o campeonato com o Paysandu, ganhando com o placar de 2x1, com os golos de Jango. O time sagrou campeão com Licinio, Setenta, Cinco, Aldemário, Pellado, Setenta e Sete, Lulu, Conega, Jango, Pitota e Patesko.

1.938 - O Bi-campeonato
Para este ano, a Tuna Luso Comercial manteve o time base da conquista anterior, e ganhou o título por antecipação. Assim, não jogou as partidas finais com o Clube do Remo e o Paysandu. Fez 07 partidas, ganhando 06 e perdendo apenas uma. Fez 30 golos e sofreu apenas 12. Foram várias vitórias com goleadas, sobre o Júlio César (7x1), Clube do Remo (5x3), Transviário (4x0). Nesta época o Paysandu tinha o Quarenta, mas o placar foi 3x2 para o time cruzmaltino. Com a vitória sobre o Nacional (3x2) a Tuna Luso sagrou-se campeã por antecipação, jogando com Bubu, Setenta, Cinco, Aldomário, Pio, Marcelo, Lulu, Conega, Pinhegas, Pitota e Mattos.

1.941 - Mais um campeonato invícto
Com a orientação de Acácio Almeida, a Tuna Luso consegue mais um título invicto e neste mesmo ano os campeonatos do Torneio Início e 2ª Divisão. Tendo como advérsários o Clube do Remo, campeão da temporada anterior e o Paysandu, chamado pela imprensa de "Esquadão de Aço", a Tuna Luso ganhou o campeonato com 07 vitórias e 02 empates, ambos com o Clube do Remo (3x3 e 1x1). Marcou 48 golos e sofreu apenas 09. Seu maior destaque era o goleiro Simeão, sem falar do ataque que fazia tremer qualquer defesa. Tiveram goleadas homéricas, contra o Júlio César (13x0) e Marco (14x1). O time " Esquadrão de Aço" perdeu as duas partidas (3x0 e 3x2) e em uma das partidas com o Clube do Remo, a arbitragem, em jogo tendencioso, expulsou o goleiro Simeão, com a partida terminada em 1x1 e que o time cruzmaltino não jogou todo o tempo regulamentar. O campeonato veio com o jogo contra o extinto Transviário, que perdeu de 5x0. A Tuna jogou com Simeão, Bereco, Cinco, Chiquinho, Pio, Setenta, Monard, Lulu, Conegas, Pitota e Poeira.

1.948 - Campeã Terra e Mar
Com a equipe praticamente desfeita, desde o último campeonato, somente com Bereco, a Tuna Luso montou um time aguerrido em que destacavam-se o goleiro Dodó, China, Juvenil, Teixeirinha e Daniel , quinteto este inesquecível para a Tuna. Foram 11 partidas, com 08 vitórias, 01 empate e 02 derrotas. Marcou 25 golos e sofreu 13. O Clube do Remo foi vítima de goleada de virada. Após ter levado 03 golos, a equipe cruzmaltina virou e fez 05. O Paysandu também perdeu de goleada com o placar de 4x1. No returno, após a vitória de 2x0 sobre Clube do Remo, a Tuna Luso ganhou o título por antecipação. No último jogo com o Paulista, o placar foi de 1x1. A Tuna despediu-se do campeonato com os campeões: Dodó, Sabá, Conde, Totinha, Nonato, Biroba, Juvenil, China, Palito, Teixeirinha e Daniel. Neste mesmo ano a Tuna Luso sagrou-se também campeã de regatas.

1.949 - ) Torneio Rainha Guilhermina (Suriname)
Convidada especial para participar do Torneio Continental, festivo à Rainha Guilhermina da Holanda, no Suriname, a Tuna Luso jogou com times da Holanda e das outras Guianas. Iniciou a competição ganhando por 4x1 do M.V.V. Em seu próximo jogo, contra o Selecionado do Suriname mais uma vitória, deste vez por 2x0. O novo adversário da Tuna Luso foi o time Robin Hood que perdeu por 3x1. Devido as ótimas apresentações do time cruzmaltino, a Tuna Luso era o time sensação do torneio, uma revanche foi acertada com o Selecionado do Suriname que terminou empatado em 1x1, tornando-se campeã invicta do torneio. Os campeões cruzmaltinos foram: Dodó, Bereco, Conde, Sabá, Biroba, Juvenil, China Palito, Teixeirinha, Daniel, Bebé, Campos e Nequinha.

1.951 - Miguel Cecim e seu ataque arrasador
Neste ano, a Tuna Luso tinha como base o time campeão de 1.948 e Miguel Cecim como treinador. Contando com Dodó, Bereco, Juvenil, China e Daniel, a Tuna jogou 12 partidas, ganhando 09, empatando 02 e perdendo apenas 01. Foram 40 golos marcados e 15 sofridos. A dupla Juvenil/Daniel foi responsável por brilhantes goleadas no Clube do Remo e Paysandu. Tendo o Paysandu perdido de 5x2 e 6x2 (de virada). A decisão foi com o Clube do Remo, vencedor do primeiro turno e pra quem a Tuna perdeu sua única partida (1x3), em uma "melhor de três". Na primeira partida 4x1 para Tuna Luso. A conquista aconteceu na partida seguinte, que foi uma complementação, pois o jogo foi interrompido com 41 minutos do primeiro tempo. A Tuna ganhou com o placar de 3x1. A partida final foi jogada com Dodó, Bereco, Biroba, Macaco, Zé Maria, Rubens, Teixeirinha, Juvenil, Abimael, China e Daniel. Mais uma vez a Tuna Luso era campeã Terra e Mar.

1.955 - Terceiro campeonato invícto
Contando com uma super-equipe a Tuna Luso ganhou de maneira invicta o campeonato. Foram 16 jogos, com 13 vitórias e 03 empates. Marcou 55 golos e sofreu somente 15. Os destaques foram o atacante Estanislau, com 22 golos e o goleiro Sarará. O primeiro clássico foi contra o Clube do Remo, que perdeu sob o placar de 2x1, mesmo placar sofrido pelo Paysandu. O Combatentes levou uma goleada, 7x1. No segundo turno, o Clube do Remo foi humilhado, pelo placar de 5x0 e o Paysandu perdeu somente de 1x0. No terceiro turno, com apenas 04 equipes(Tuna, Remo, Paysandu e Pinherense), a Tuna Luso estreou com empate de 1x1 com o Paysandu, ganhou do Pinheirense por 4x1 e do Cube do Remo por 3x1. Numa "melhor de três" com o Paysandu, a Tuna empata as duas primeiras partida (3x3 e 0x0) e na final goleia por 4x0. A Tuna Luso foi campeã com Sarará, Mário Ney, Nonato, Maneco, Satiro, Muniz, Acapu, China, Estanislau, Teixeirinha e Juvenil. Novamente a Tuna Luso era campeão Terra e Mar.

1.958 - Um título difícil
A experiência dos veteranos das conquitas de 48,51 e 55 fez a Tuna Luso conquistar o campeonato deste ano, jogando 19 partidas. Foram 09 vitórias, 06 empates e 04 derrotas. Marcou 47 golos e sofreu 19. O craque China, foi o artilheiro da equipe, que contava com Sarará, Nonato, Juvenil e Estanislau. Entre os novatos estava Chininha, irmão de China. Miguel Cecim era novamente treinador da equipe. Assumiu o cargo deixado por Nagib Matni, treinador da equipe campeã em 55. Na estréia goleou o Clube do Remo com o placar de 4x1. O Belenense perdeu também por 4x0. Perdeu para o Combatentes (2x3) e para o Paysandu (0x1). No segundo turno, empatou com o Clube do Remo e o Pinheirense. A parti daí começaria a reação tunante. Após ganhar do Belenense e Combatentes foi a vez do Paysandu que perdeu por 3x0 e do Júlio Cesar, pelo mesmo placar. No terceiro turno, mesmo com o empate com o Clube do Remo e Belenense e a derrota para o Paysandu, a Tuna Luso foi decidir com o Clube do Remo o campeonato. Na primeira partida empate de 2x2, na segunda 4x1 de virada. Bastando apenas um empate, a Tuna perdeu de 1x0. Na quarta partida, 3x1 e Tuna Luso torna-se campeã. A Tuna Luso foi campeã com Sarará, Pinheiro, Nonato, Acapu, Iran, Muniz, Edilson, China, Estanislau, Chininha e Cacetão.

1.970 - A zebra chamada Tuna Luso Brasileira
Foi necessário 12 anos para, agora Tuna Luso Brasileira, conquistar mais um campeonato. E mais uma vez a Tuna era campeã Terra e Mar. Após 14 partidas, a equipe formada por jogadores caseiros, a chamada "prata da casa", ganhou 09, empatou 04 e perdeu somente 01 partida. Marcou 27 golos e sofreu 16. O goleiro Omar era o único jogador de fora do Estado. Na estréia empatou com o Júlio César e com os Combatentes. Goleou por 3x0 o Sporting Club do Pará e venceu também o Sacramenta. No primeiro clássico, com o Clube do Remo, a Tuna Luso marcou 4x1. E com o Paysandu, o placar foi de 2x0. Com a vitória sobre o Sport Club Belém, por 2x1, a Tuna Luso sagrava-se campeã do primeiro turno e finalista do campeonato. No segundo turno, com uma campanha regular, empatou com o Clube do Remo e o Paysandu, pelo placar de 2x2, sofreu sua única derrota, para o Sport Club Belém. A final seria Tuna Luso e Paysandu, numa "melhor de três". No primeiro jogo, a Tuna Luso derrotou por 3x2, de virada, o Paysandu que vencia por 2x0. Aos 44 minutos do segundo tempo, Marinho, cobrando pênalti, decretou a vitória cruzmaltina. Na segunda partida, bastaria um empate para o título , mas com um gol aos 42 minutos do segundo tempo, Gonzaga marcou o gol do título. O time que jogou a última partida foi Omar, Marinho, Abel (Carvalho), Neuci, Acari, Antenor, Valtinho, Fefeu, Mesquita, Leônidas (Nilson) e Gonzaga.

1.983 - O time de bravos de Ary Grecco e Miguel Cecim
Com 13 anos sem ganhar o campeonato, a Tuna Luso montou um time bem armado, com jogadores experientes e craques. No decorrer do campeonato, assumiu o jovem técnico Ary Grecco e com a orientação do experiente Miguel Cecim, que deixara o cargo de treinador do Sport Club Belém, a Tuna Luso conquistou o título com toda justiça. Foram 28 partidas, 14 vitórias, 10 empates e 04 derrotas. O goleador Miltão, com 33 anos, marcou 17 golos e foi o artilheiro da equipe. A Tuna Luso tinha ganho o Torneio Início e mais uma vez a imprensa pensava que a Tuna Luso somente disputaria o compeonato, sem almejar o título. Iniciou com um empate de 1x1 sobre o Tiradentes, goleou o Sport Club Belém por 5x0. No primeiro clássico com o Paysandu, somente um empate sem gol. Depois viria sua primeira derrota para o Clube do Remo por 0x1. Venceu posteriormente o Santa Rosa e Pinheirense, mas empatou com o Izabelense. No pentagonal, ganhou somente do Sport Club Belém (2x1), e perdeu para o Izabelense, Paysandu e Clube do Remo. Melkisedeck dos Santos foi dispensado e a Tuna Luso contratou Ary Grecco, que exigiu a contratação do goleiro Ocimar, que seria um dos destaque do time cruzmaltino. No segundo turno a Tuna inicia com um novo empate, desta vez com o Tiradentes. Um novo empate por 2x2 com o Izabelense. No primeiro clássico, empate com o Paysandu, por 1x1, com gol do Miltão aos 45 minutos do segundo tempo, cobrando pênalti. Mais um empate, desta vez com o Sport Club Belém e depois com o Clube do Remo. No pentagonal do 2º turno, finalmente o último empate com o Sport Club Belém, com gol do Miltâo nos acréscimos. Ganhou do Izabelense e do Paysandu pelo placar de 2x1, e o clássico com o Clube do Remo por 1x0. No turno final ganhou do Sport Club Belém por 3x0, do Izabelense por 2x0, o Paysandu por 2x0 e o Remo por 1x0. Na primeira partida da final com o Clube do Remo, perdeu por 0x1 e na final, com o placar de 1x1, que daria o título ao Clube do Remo, o zagueiro azulino Sabará marcou contra, dando a vitória e o título a Tuna Luso. A Tuna Luso ganhou o campeonato jogando com Ocimar, Quaresma, Bira, Paulo Guilherme, Macedo, Renato, Ondino, Jorginho, Tiago, Mariolino (Queiroz) e Luiz Carlos. Com esta vitória, pela primeira vez, disputaria a Copa do Brasil.

1.984 - A primeira participação na elite do futebol
Com a conquista do campeonato paraense de 83, a Tuna Luso ganhou o direito de participar da Copa do Brasil, pela primeira vez. Em seu grupo, estavam os times do Vasco da Gama, São Paulo, Nacional/AM e Fortaleza. A Tuna Luso manteve praticamente todo o time anterior. Fez 09 partidas, sendo 02 vitórias, 04 empates e 03 derrotas. Iniciou o torneio com um empate, sem gol, com o Fortaleza. Outro empate com o Nacional/AM, desta vez 1x1. No Mangueirão, contra o Vasco da Gama de Roberto Dinamite, Geovanni e Artuzinho a Tuna empata em1x1, com gol de Quaresma. E com o São Paulo de Valdir Peres, Oscar e Dario Pereira, novamente um empate sem gol. Nos jogos de volta, acenteceu a primeira derrota, de forma inesperada. Em São Januário, a Tuna Luso perde de 9x0 para o Vasco da Gama. Contra o São Paulo, mais uma derrota, desta vez por 3x1. Ganhou do Fortaleza, no Mangueirão por 2x1 e do Nacional por 1x0. Para prosseguir na competição, jogou contra o Treze/PB, mas perdeu por 0x1, despedindo-se do campeonato. O time base da Tuna Luso foi Ocimar, Mário, Bira, Paulo Guilherme, Ademilton, Samuel, Ondino, Queiroz, Tiago, Miltão e Luiz Carlos.